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terça-feira, 22 de maio de 2012

Mapa da Violência 2012 revela que 91 mil mulheres foram assassinadas de 1980 a 2010

Natasha Pitts
Jornalista da Adital
Adital
 
   Como complemento do Mapa da Violência 2012, o Instituto Sangari divulgou há poucos dias um caderno especial sobre homicídios de mulheres no Brasil. Devido à relevância e gravidade do assunto, o Instituto preparou um material específico para alertar e informar a sociedade brasileira e o poder público sobre esta problemática.
   O Caderno Complementar ‘Homicídios Femininos no Brasil’ fez um histórico dos assassinatos de mulheres ocorridos de 1980 até 2010 é constatou que foram assassinadas no Brasil quase 91 mil mulheres, 43,5 mil só nos últimos dez anos. De 1980 a 2010 o número de assassinatos passou de 1.353 para 4.297, aumento de 217,6% na quantidade de vítimas fatais.
   Os crimes apresentaram um crescimento maior até o ano de 1996. A partir deste ano, as taxas foram se estabilizando em torno de 4,5 homicídios para cada 100 mil mulheres. O relatório destaca ainda que em 2007, ano em que a Lei Maria da Penha entrou em vigor, os assassinatos apresentaram uma leve queda, mas rapidamente as cifras anteriores foram retomadas.
   Em 2010 foram 4.297 casos, o que representa uma média de 4,4 assassinatos por 100 mil mulheres. Com essa cifra, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil se insere na 7ª posição em uma lista com 84 países. Nos primeiros lugares estão El Salvador, com taxa de 10,3 homicídios para cada 100 mil mulheres, Trinidad e Tobago (7,9), Guatemala (7,9), Rússia (7,1), Colômbia (6,2) e Belize (4,6).
   O Estado que puxa o Brasil para a 7ª posição é, em primeiro lugar, o Espírito Santo, já que apresenta mais que o dobro da média brasileira com taxa de 9,4 homicídios em cada 100 mil mulheres. A região é seguida por Alagoas (taxa de 8,3 em cada 100 mil mulheres), Paraná (6,3), Paraíba e Mato Grosso do Sul (ambos com taxa de 6,0).
   Na outra o ponta Piauí, com taxa de homicídios de mulheres de 2,6, é o Estado com o menor índice de assassinatos. Junto a esta região vem São Paulo (taxa de 3,1), Rio de Janeiro (taxa de 3,2), Maranhão (taxa de 3,4) e Santa Catarina (3,6).
   Com relação aos instrumentos usados para praticar os crimes, o relatório destaca que metade dos assassinatos de mulheres é cometida com armas de fogo. Outros instrumentos utilizados para o homicídio são objetos que exigem contato direto, como objetos cortantes ou penetrantes, objetos contundentes, além de sufocação ou estrangulamento. O Caderno Complementar também destaca 40% dos crimes contra as mulheres são cometidos em sua própria residência ou habitação.
O Instituto Sangari apurou ainda que até os 14 anos de idade das vítimas, os pais são os principais responsáveis pelos incidentes violentos. Até os quatro anos, são as mães. A partir dos dez anos predomina a figura paterna.
"Esse papel paterno vai sendo substituído progressivamente pelo cônjuge e/ou namorado (ou os respectivos ex), que preponderam sensivelmente a partir dos 20 anos da mulher até os 59 anos. A partir dos 60 anos, são os filhos que assumem o lugar preponderante nessa violência contra a mulher”, revela o Caderno especial.
   As mulheres se transformam em verdadeiras vítimas a partir dos 15 anos e permanecem até os 29, com maior registro de violência e assassinatos no intervalo entre 20 e 29 anos, que é o que mais cresceu nos últimos dez anos. O relatório do Instituto Sangari destaca que a partir dos 30 anos, a tendência é de queda.
   Os dados divulgados no Caderno Complementar do Mapa da Violência 2012 são uma tentativa de ajudar, com informações, o poder público e demais autoridades responsáveis a elaborarem estratégias mais efetivas de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. Para isso, o Instituto Sangari garante que vai continuar a elaborar o estudo sobre esta problemática para que o material possa servir de subsídio aos que trabalham em favor da causa.

terça-feira, 6 de março de 2012

Atividades 8 de Março - Dia Internacional da Mulher

8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 



MULHERES, NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR!!! 



DIA 8 DE MARÇO DE 2012

6h - Entrega de Rosas para as Mulheres - Central do Brasil e (mais tarde) Centro Comercial da SAARA

12h - Ato Unificado 8 de Março (com atividades culturais, cartazes, microfones) 
Local: Largo da Carioca

17h30 - Caminhada da Carioca até a Cinelândia






segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

II Conferência Nacional de Juventude: as mulheres jovens EXIGEM respeito!

As mulheres jovens exigem respeito!!!

Até o seu 3º dia a II Conferência Nacional de Juventude parecia dominada pelas pautas e “gritos de guerra” de movimentos estudantis e partidários. Até então, as discriminações e demandas vivenciadas especificamente pelas mulheres jovens tiveram pouca visibilidade. Exceto no Grupo de Trabalho sobre Gênero, os outros debates e mesas pareciam ignorar este contexto.

Mas enganaram-se aquelas (es) que pensaram que as mulheres jovens participantes desta conferência não estavam atentas! Na manhã de domingo em pouco mais de 1 hora jovens feministas de diversos movimentos juntaram-se para dar um recado à Conferência: Não aceitaremos nenhum tipo de violência contra as mulheres!

O ato foi organizado em resposta a violência sofrida por uma jovem participante da conferência. A mesma foi abordada e insultada por um grupo de cerca de 20 homens, todos delegados da Conferência Nacional de Juventude, que também estavam abordando taxistas para que levassem profissionais do sexo ao hotel.

Com esta ação as jovens presentes visavam denunciar esta situação de violência, que é mais uma demonstração das violências e desigualdades vivenciadas cotidianamente pelas mulheres jovens; para exigir providências da Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Juventude e dizer a todas (os) participantes da Conferência que a violência contra as mulheres não será tolerada em nenhum espaço, muitos menos em um espaço de discussão de políticas públicas, que deve ser plural e igualitário!

As mulheres jovens participantes deste ato denunciaram também a invisibilidade do gênero feminino nos documentos da Conferência, em quais foram adotados exclusivamente a linguagem masculina. Denunciamos: “Não nos reconhecemos nessa linguagem”. Outra reivindicação, foi a  legalização do aborto.

As falas e “gritos de guerra” somaram-se as reivindicações e discussões realizadas no GT de Gênero, no qual foram eleitas como prioridades: a legalização do aborto, o combate a violência contra a mulher e o enfrentamento da exploração sexual.

Que os gritos das mulheres jovens – nossos gritos – ecoem não só nos corredores desta Conferência, mas por toda a sociedade: as mulheres jovens exigem respeito!!!

“Oh seu machista, seu babaquinha
As feministas vão botar você na linha”

Iara Amora dos Santos
Núcleo de Mulheres Jovens da
Casa da Mulher Trabalhadora

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

III Curso Trocando Ideias Mulheres Jovens na Defesa de Seus Direitos

III Curso “Trocando Ideias: Mulheres Jovens na Defesa de Seus Direitos”
Realização: Casa da Mulher Trabalhadora / Núcleo de Mulheres Jovens da CAMTRA
De 30 de setembro a 02 de Outubro de 2011 - Rio de Janeiro/RJ

LISTA DE SELECIONADAS**:
Adriana de Souza Barcelos
Adriana Rocha Lopes Pontes
Aline Cristina Bentes da Silva
Ana Carolina da Silva Almeida
Andriele de Sousa Barcelos
Carolina Landeira de Carvalho
Damiana Cristina Adão
Dandara Pires
Danielle Jardim da Silva
Dayana Christina Ramos de Souza Juliano
Elaine Jansen Pereira
Ilda Silva Lopes
Jéssica Montechiari Pietrani Couto
Kenia Costa Santos Lopes
Luanda Ribeiro do Nascimento
Luciana de Morais Guedes
Lucilayne Nascimento da Silva
Mariana Celestino Soares Sampaio Guimarães
Natália de Oliveira Aquino
Nianuí Batista dos Santos
Priscila Bezerra do Nascimento
Priscila de Souza Marcelino
Rafaela Machado Araújo
Rafaela Neves Vieira de Albuquerque Queiroz
Renata Araújo Batista Gomes
Rhuanna Vieira da Silva
Sara Azevedo de Oliveira
Silvana Cristina da Silva Reis
Tayane Carneiro da Costa
Thaiana da Silva Lima

** Estamos confirmando a disponibilidade, por telefone e e-mail, de todas as selecionadas.
Em caso de desistência, daremos chance à outra jovem da lista de espera.

Dos critérios de seleção:

  •  Disponibilidade de participação em tempo integral do curso;
  • Contemplar o maior número possível de grupos e instituições;
  • Garantir a participação de jovens de diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro e municípios do Estado do Rio de Janeiro;
  • Garantir a diversidade e participação proporcional das jovens nas questões de idade, raciais e orientação sexual.
  • Não participação nos cursos anteriores.


9ª édition du festival féministe de documentaires

A Camtra terá seu documentário "Eu Sou Auto Estima" exibido na 9ª edição do Festival Feminista de Documentários de Paris! O tema do festival é "Mulheres em resistência à violência institucional". No documentário, trabalhadoras relatam seu cotidiano e traçam a história de milhares de mulheres: condições de vida precária, desrespeito aos direitos trabalhistas, coragem para lutar e sonho de construir uma outra realidade.

Segue abaixo mais informações sobre o festival e sua programação, que vai do dia 01 ao dia 02 de outubro:
9ª édition du festival féministe de documentaires

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Vigília pelo fim da violência contra a mulher

Em virtude do brutal caso ocorrido com a jovem Paula de Sousa, de 22 anos, que foi torturada e queimada por seu ex-marido, entidades do Fórum Estadual de Combate à Violência contra as Mulheres realizam uma vigília, na próxima segunda-feira 19 de setembro, a partir das 18 horas, na Cinelândia.


Segundo Iara Amora, do Núcleo de Mulheres Jovens da CAMTRA (Casa da Mulher Trabalhadora), "A Lei Maria da Penha deu visibilidades aos casos de violência contra a mulher, porém sua efetividade ainda é falha. Há casos de mulheres que vão a delegacia 5, 6 vezes... denunciam o seu companheiro e voltam para casa ainda desprotegidas." Segundo Iara, a violência contra a mulher com certeza não diminuiu nos últimos anos e a vigília "será um ato de indignação e de denúncia contra este e outros casos de violência contra mulheres".

Durante o ato, velas serão acesas e teremos a exibição de fotos de mulheres vítimas de violência, além de uma panfletagem conscientizando a população sobre o problema.


Sobre o caso, leia nosso último post: Ex-marido escreve seu nome com uma faca quente...

Fonte: APN

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Informe do I Encontro do Ciclo de Formação rumo à III Conferência de Mulheres

O I Encontro do Ciclo de Formação - Rumo à III Conferência de Políticas para Mulheres integra as ações do Projeto Controle Social Como Garantia da Participação Cidadã das Mulheres . O I Encontro do Ciclo de Formação aconteceu no dia 20 de Julho de 2011 no SINDSPREV/RJ na Lapa, no Rio de Janeiro. O evento teve por objetivo discutir o eixo central da III Conferência de Políticas para Mulheres – autonomia e combate à pobreza das Mulheres, a implementação e os resultados do II Plano de Políticas para Mulheres e os desafios a serem superados na III Conferência. O Encontro contou com a participação de 37 mulheres – mulheres não organizadas e mulheres organizadas de diversas associações, sindicatos e movimentos, mulheres lideranças comunitárias da Zona Oeste do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense.




Após uma dinâmica de apresentação, Eleutéria Amora – Coordenadora Geral e fundadora da CAMTRA apresentou o Projeto e destacou a importância da informação, monitoramento das políticas e das propostas do II PPPM. A programação do I Encontro de Formação contemplou momentos de discussão em Grupos de Trabalho, troca de experiências acerca dos desafios enfrentados e a serem superados pelas mulheres.



As discussões em Grupos – Grupo I - eixo I - da autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social e o Grupo I I – eixo II – enfrentamento do Racismo, Sexismo e Lesbofobia do II Plano Nacional de Política para as Mulheres e a Plenária Final dedicaram-se a construir e apresentar propostas tiradas nos grupos, destacando-se a necessidade de qualificação profissional para as mulheres, combate ao racismo no mercado de trabalho, garantir a cota para cargos de chefia nos serviços públicos para Mulheres Negras, implementação da Lei 10.639/11.645, maior divulgação dos direitos, ampliação do número de creches para favorecer a autonomia e a inclusão das Mulheres no mercado de trabalho, o combate ao machismo, ampliação e garantia dos direitos trabalhistas, dentre outras.



O I Encontro do Ciclo de Formação - Rumo à III Conferência de Políticas para Mulheres encerrou com muita emoção e propostas para a CAMTRA dar continuidade ao Ciclo de Formação Rumo à III Conferência de Políticas para Mulheres. Na ocasião foi marcado O II Encontro para o dia 10 de agosto de 2011, no SEPE/RJ- Sindicato Estadual de Profissionais da Educação, das 14 as 17hs e uma Roda de Conversa que faz parte dos Encontros Locais para o dia 9 de agosto de 2011, em Santa Cruz/Zona Oeste com a coordenação da Gaúcha/COMZO- Conselho de Mulheres da Zona Oeste. Foram ressaltadas a importância do Encontro e a criação de projetos como estes, que possibilitem a troca de experiências, informações, mobilização e estímulo a maior participação das Mulheres no processo das Conferências. Também foram apontados como espaços para participação das mulheres a Marcha das Margaridas, que acontecerá em Brasília, no mês de Agosto e nas Conferências de mulheres.


Desde já nossos agradecimentos a todas (os) que colaboraram e participaram deste I Encontro de
Formação Rumo à III Conferência de Políticas para Mulheres . E, dia 10 de agosto de 2011, no
SEPE/RJ- Sindicato Estadual de Profissionais da Educação – Rua Evaristo da Veiga, 55 - 7 e 8
andares, das 14 as 17hs esperamos vocês para o II Encontro. Até breve!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Homem é acusado de matar ex-namorada em motel no Rio

O corpo de uma mulher foi encontrado pela polícia na tarde de quinta-feira com sinais de asfixia dentro de um motel em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. Rosineyde Rodrigues Haiki, 29 anos, teria sido morta pelo ex-namorado, José Carlos Barreto dos Santos, 31 anos, que não se conformava com o fim do relacionamento.

Após o crime, o suspeito teria usado um sabonete para escrever o seguinte recado no espelho do quarto: "Polícia não se brinca. Ela estava me traindo com o ex dela. Vou queimar ele". A mensagem seria uma tentativa de incriminar o atual namorado de Rosineyde, que é policial.

O relacionamento entre vítima e o suspeito durou três anos e terminou no início de 2011. Apesar do rompimento, os dois mantinham encontros eventuais. No início da noite da última quarta-feira, o casal entrou de moto no motel. Duas horas depois, José saiu pelos fundos do estabelecimento.
De acordo com a polícia, os funcionários só encontraram o corpo de Rosineyde, que completaria 30 anos neste sábado, por volta das 14h da última quinta. Eles informaram que José havia pago pelo período de 12 horas e, após isso, a gerência não conseguia contato com o quarto por telefone. Os funcionários resolveram então arrombar a porta. O fio do telefone do quarto estava cortado.

Fonte: Terra

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O lançamento do Fórum Estadual de Combate à Violência Contra as Mulheres foi um sucesso!

No dia 12 de maio foi realizado o Lançamento do Fórum Estadual de Violência Contra as Mulheres/RJ, com a presença de mais de 50 pessoas de organizações não-governamentais, partidos e grupos. 


O espaço do Fórum é aberto à todas as mulheres do Estado do Rio de Janeiro e, por isso, fazemos o convite a todas aquelas que quiserem participar da luta pelo combate pelo fim da violência contra as mulheres!
                           




A próxima reunião do Fórum acontecerá no SEPE/RJ e TODAS ESTÃO CONVIDADAS!
Dia 1 de Junho - Rua Evaristo da Veiga, 55 - 8° andar - Centro, às 18h.

Violência contra mulher não registra queda há mais de uma década, revela estudo

BRASÍLIA - Dados do Mapa da Violência divulgados nesta quinta-feira mostram que a violência contra mulher continua sem registrar queda. Considerando estatísticas dos 27 estados, o número de assassinatos de mulheres está estacionado no mesmo patamar há mais de uma década: em 2008, houve 4,17 assassinatos para cada cem mil mulheres. Em 1998, foram 4,27 homicídios para cada grupo de cem mil.

"O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher"

Em 2008, as mortes violentas de mulheres somaram 4.023. Quase metade dos homicídios ocorre dentro de casa: 40%. No caso dos homens, apenas 17% dos assassinatos foram registrados na residência ou habitação. Dado que reforça a violência doméstica como a principal causa dos incidentes fatais, de acordo com o coordenador do Mapa da Violência, Julio Jacobo Waiselfisz.

- O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher. Os dados indicam que grande parte dos crimes são passionais e ocorrem dentro de casa. A impressão que os dados passam é que a violência doméstica é a principal causa dos assassinatos de mulheres - disse o coordenador do estudo.

No período analisado, o Espírito Santo se manteve como o estado que concentrou o maior número de mortes, registrando mais do que o dobro de homicídios (10,9 por cem mil, em 2008), na comparação com a média nacional. Em 1998, 11,3 mulheres foram mortas em cada grupo de cem mil pessoas. Os assassinatos de mulheres no Rio de Janeiro caíram 43,3%, entre 1998 e 2008.

Projeto em Salvador dá assistência a mulheres vítimas de violência


Débora Cohim, diretora do projeto, reforça a importância de denunciar o agressor.





Fonte: Globo.com

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará

Vítima foi internada em um hospital, mas seu corpo ficou coberto de ferimentos


Uma mulher passou três dias ferida em uma mata no Pará, após ter sido vítima de agressão pelo marido. Ela caminhou 5 km até conseguir ajuda.

Ela foi internada em um hospital, mas passa bem. O corpo e o rosto da mulher estão cheios de ferimentos. Os médicos se preocupam pela fato da mulher ter recebido diversas picadas de inseto.

Segundo testemunhas, o marido da vítima continua solto e vivendo em casa.

Link para assistir ao vídeo: Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará


Fonte: R7.com

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Grávida é enforcada e retalhada em Mesquita

Crime aconteceu na frente do filho de 6 anos. Suspeito está foragido


Um crime bárbaro chocou moradores de Mesquita, na Baixada Fluminense, na madrugada de ontem. Cleidiane Moraes da Silva, de 25 anos, que estaria grávida, foi enforcada e teve o corpo retalhado com uma lâmina, da cintura para baixo. Segundo a polícia, o crime aconteceu na frente de um dos filhos da vítima, de apenas 6 anos. Antes de fugir, o assassino pintou as iniciais de uma facção criminosa nas paredes da residência e escreveu nome de outras possíveis vítimas.

O crime aconteceu na casa de Cleidiane, no Morro da Coreia. Segundo a polícia, o suspeito - cuja identidade vem sendo mantida em sigilo para não atrapalhar as investigações - já teria tido um relacionamento com Cleidiane e é foragido da Justiça. O corpo da mulher foi encontrado pelo atual namorado. A vítima tinha dois filhos, um de 6 e outro de 4 anos.

De acordo com o delegado da 53ª DP (Mesquita), Julio da Silva Filho, a investigação está no começo, mas aparentemente não há relação com o tráfico de drogas, apesar da sigla escrita na parede. Ele, no entanto, não quis dar mais detalhes.

Segundo os policiais, existe ainda a suspeita de que Cleidiane tenha sido assassinada porque denunciou o criminoso à polícia. O corpo da vítima foi levado ontem para o Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu. Os dois filhos da vítima estão sob os cuidados da avó materna.


Fonte: MeiaHora

Evangélica é estuprada e executada na Baixada

Jovem de 19 anos foi atacada no caminho entre o ponto de ônibus e a sua casa, ao voltar de culto. Ela ficou até tarde na igreja por causa da chuva.

Um crime bárbaro assustou moradores de Jardim Laranjeiras, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A estudante Tairine de Morais da Silva, 19 anos, foi encontrada morta na Estrada de Madureira, na manhã de ontem. Ela teria sido atacada de madrugada, quando voltava de um evento religioso. Segundo a polícia, há indícios de que a jovem tenha sido estuprada.

Tairine frequentava a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no bairro Rosa dos Ventos. Ela vinha de uma atividade para jovens na sede de Jacarepaguá. Por causa da chuva que inundou o Rio na noite de segunda-feira, a jovem só conseguiu voltar para casa já de madrugada.

Segundo testemunhas, Tairine desceu do ônibus na Estrada de Madureira por volta de 1h da manhã. A polícia acredita que a jovem tenha sido atacada durante o trajeto até a sua casa. O corpo da estudante foi localizado por volta das 6h, mas só foi retirado do local já na tarde de ontem. A mãe da jovem, Társila Silva de Morais, ficou em estado de choque ao ver a filha, segundo informações passadas por representante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

À espera de laudo

O delegado-adjunto da 56ª DP (Comendador Soares), Renato Mariano, espera o resultado de exames para confirmar se houve violência sexual. "Mas há indícios de que a jovem foi estuprada antes de ser morta. Solicitei um exame cadavérico, somente o laudo poderá confirmar", afirmou o delegado, que não quis dar mais detalhes sobre o caso para não atrapalhar as investigações. "Estamos colhendo informações para auxiliar no esclarecimento desse crime. Ouviremos parentes e amigos que estavam com ela na igreja".

Fonte: MeiaHora

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Homem é condenado por matar ex a cadeiradas em MT

Um rapaz que havia sido acusado pelo Ministério Público de matar a ex-mulher com pancadas na cabeça, provocadas por uma cadeira, foi condenado nesta semana a 23 anos de prisão, em Mato Grosso.

O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro do ano passado, um sábado de Carnaval, em Cuiabá. O júri foi realizado na última segunda-feira (25).

Segundo a Promotoria, o rapaz estava inconformado com o fim do relacionamento e, na ocasião, foi à casa dos pais da vítima para tentar reatar a união. No entanto, acabou agredindo a moça com uma cadeira. A vítima sofreu traumatismo crânio encefálico.


Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Que as marcas vermelhas sejam apenas de batom

O Blog "Por Mim, Por Nós e Pelas Outras" é idealizado e feito pelas colaboradoras da CAMTRA - Casa da Mulher Trabalhadora e tem o objetivo divulgar e colocar em pauta os assuntos acerca da violência sofrida pelas mulheres no Brasil.


A CAMTRA é uma instituição feminista, sem fins lucrativos, fundada em 1997 tendo como missão ir ao encontro de outras mulheres com a perspectiva de colaborar para o fortalecimento de sua autonomia e despertá-las para a importância de sua participação na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.