Rio - Um policial civil aposentado é acusado de matar a mulher a tiros na manhã desta quinta-feira em Volta Redonda, no Sul Fluminense. De acordo com a polícia, Raimundo Luciano Mendonça, de 59 anos, executou a esposa, Heloisa Helena Isabel, 48, com quatro tiros após uma discussão.
De acordo com o delegado titular da 93ª DP, Antônio Furtado, há uma semana o acusado flagrou uma mensagem de texto no celular da esposa de um homem que dizia "estar com saudades". Desde então Raimundo passou a ameaçar a mulher.
A cunhada da vítima e a filha do casal estavam na casa no momento do crime. Raimundo está foragido e teria dito a policiais que se apresentaria ainda nesta quinta. Agentes da 93ª DP estão em busca do suspeito.
Fonte: O Dia
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Borracheiro é condenado a 15 anos por matar ex-mulher em salão de beleza em BH
SÃO PAULO - O borracheiro Fábio William Soares, acusado de matar a ex-mulher, a cabeleireira Maria Islaine, no dia 20 de janeiro de 2010, no bairro Santa Mônica, em Belo Horizonte, foi condenado a 15 anos de prisão, em regime inicial fechado. O crime foi registrado por câmeras de segurança instaladas no salão de beleza da vítima.
O julgamento foi realizado no salão do I Tribunal do Júri do Fórum Lafayette. O juiz Christian Gomes Lima presidiu a sessão que teve início às 9h30 desta sexta-feira. A única testemunha de acusação presente foi dispensada pelo Ministério Público.
Foram ouvidas três testemunhas de defesa das quatro que estavam presentes. O borracheiro confirmou ter matado a vítima, mas negou que tenha sido por razões materiais. Disse que era apaixonado por ela, mas que a ex não o correspondia e o humilhava. Ele alegou ainda que a cabeleireira era constantemente assediada por outros homens e atendia telefonemas deles em sua presença.
Ele afirmou que, no dia do crime, exibiu a arma para intimidar a ex-companheira. Alegou que perdeu a cabeça quando ela disse que ele não era homem para atirar e disparou os tiros.
Durante os debates, o promotor Marino Cotta exibiu imagens do crime em um telão. Relatou que a vítima agiu corretamente ao procurar a polícia já que vinha sofrendo seguidas agressões. Enfatizou que foram registrados oito boletins de ocorrência, e citou ainda as medidas protetivas da Lei Maria da Penha aplicadas pelo Judiciário ao borracheiro, dentre elas separação de corpos com determinação para afastamento dele, mas que não teriam sido cumpridas por Fábio.
A acusação alegou que ele planejou o crime, pois chegou ao salão da vítima já com arma em punho. O representante do Ministério Público referiu-se ainda à partilha de bens, que teria gerado desentendimento entre o casal.
A defesa representada pelo advogado Ércio Quaresma Firpe, argumentou que a alegação de que o réu agiu "de surpresa" dificultando chance de defesa da ex-companheira não deve ser considerada, já que ela foi ameaçada anteriormente pelo borracheiro.
Para o defensor, a postura da vítima ao desafiar o réu dizendo que ele não era homem para atirar levou o acusado a fazer os disparos contra M.I.M. A defesa frisou que o réu é uma pessoa que se descontrolou com a perda de um amor, tendo matado a vítima por estar inconformado com o fim da relação. Quaresma entende que o réu merece ser condenado, mas observados os devidos limites.
A decisão está sujeita a recurso e o réu deve aguardar, esta fase do processo, preso.
Leia mais sobre esse assunto em O Globo
O julgamento foi realizado no salão do I Tribunal do Júri do Fórum Lafayette. O juiz Christian Gomes Lima presidiu a sessão que teve início às 9h30 desta sexta-feira. A única testemunha de acusação presente foi dispensada pelo Ministério Público.
Foram ouvidas três testemunhas de defesa das quatro que estavam presentes. O borracheiro confirmou ter matado a vítima, mas negou que tenha sido por razões materiais. Disse que era apaixonado por ela, mas que a ex não o correspondia e o humilhava. Ele alegou ainda que a cabeleireira era constantemente assediada por outros homens e atendia telefonemas deles em sua presença.
Ele afirmou que, no dia do crime, exibiu a arma para intimidar a ex-companheira. Alegou que perdeu a cabeça quando ela disse que ele não era homem para atirar e disparou os tiros.
Durante os debates, o promotor Marino Cotta exibiu imagens do crime em um telão. Relatou que a vítima agiu corretamente ao procurar a polícia já que vinha sofrendo seguidas agressões. Enfatizou que foram registrados oito boletins de ocorrência, e citou ainda as medidas protetivas da Lei Maria da Penha aplicadas pelo Judiciário ao borracheiro, dentre elas separação de corpos com determinação para afastamento dele, mas que não teriam sido cumpridas por Fábio.
A acusação alegou que ele planejou o crime, pois chegou ao salão da vítima já com arma em punho. O representante do Ministério Público referiu-se ainda à partilha de bens, que teria gerado desentendimento entre o casal.
A defesa representada pelo advogado Ércio Quaresma Firpe, argumentou que a alegação de que o réu agiu "de surpresa" dificultando chance de defesa da ex-companheira não deve ser considerada, já que ela foi ameaçada anteriormente pelo borracheiro.
Para o defensor, a postura da vítima ao desafiar o réu dizendo que ele não era homem para atirar levou o acusado a fazer os disparos contra M.I.M. A defesa frisou que o réu é uma pessoa que se descontrolou com a perda de um amor, tendo matado a vítima por estar inconformado com o fim da relação. Quaresma entende que o réu merece ser condenado, mas observados os devidos limites.
A decisão está sujeita a recurso e o réu deve aguardar, esta fase do processo, preso.
Leia mais sobre esse assunto em O Globo
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Morre mulher que foi queimada
Suspeito já está atrás das grades
Internada há quatro dias no Hospital do Andaraí com 95% do corpo queimados, a balconista Maria de Fátima Iloia, 21 anos, morreu na noite de segunda-feira. A família da jovem acusa o gerente da padaria onde ela trabalhava, na Tijuca, Alberto Bandeira da Silva, de ter cometido o crime. Ele foi preso na manhã de ontem, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
"Acabou o sonho de toda a nossa família. Se tiver justiça neste País, eu queria que ele sentisse a mesma dor que minha namorada sofreu. Mas a gente não se livra da justiça de Deus, ela não falha", disse o namorado da vítima, o balconista Eliano Barbosa.
O crime aconteceu na última quinta-feira, no Morro do Borel. Segundo familiares da vítima, Alberto perseguia Maria de Fátima e a assediava com frequência. No dia do atentado, ela teria sido surpreendida por Alberto, que a teria agredido com um golpe na cabeça. Inconsciente, Fátima foi levada para dentro de casa. O suspeito teria amarrado os pés e mãos da jovem, jogado álcool e ateado fogo no corpo dela.
O irmão da vítima, José de Arimatéia Iloia, contou que Maria de Fátima deixou o Rio Grande do Norte para tentar a sorte no Rio e ajudar a mãe. "É o sonho de todo nordestino: vir para a cidade grande para trabalhar e ajudar a família. E hoje nosso sonho acabou".
Família defende o acusado
Alberto Bandeira da Silva foi preso em Vila Norma, São João de Meriti, e levado para a 19ª DP (Tijuca).
Familiares defenderam o gerente. "Meu irmão é inocente. Na hora do crime, ele estava na academia, em Meriti, e pode provar. Ele negou que tenha assediado a jovem. Segundo os funcionários da padaria, era ela quem o assediava" acusou o irmão de Alberto, que se identificou apenas como Henrique.
Segundo a polícia, Alberto também responde a um processo por outra agressão contra a ex-companheira. Ela também esteve na delegacia e negou que tivesse sido agredida.
Fonte: MeiaHora
Internada há quatro dias no Hospital do Andaraí com 95% do corpo queimados, a balconista Maria de Fátima Iloia, 21 anos, morreu na noite de segunda-feira. A família da jovem acusa o gerente da padaria onde ela trabalhava, na Tijuca, Alberto Bandeira da Silva, de ter cometido o crime. Ele foi preso na manhã de ontem, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
"Acabou o sonho de toda a nossa família. Se tiver justiça neste País, eu queria que ele sentisse a mesma dor que minha namorada sofreu. Mas a gente não se livra da justiça de Deus, ela não falha", disse o namorado da vítima, o balconista Eliano Barbosa.
O crime aconteceu na última quinta-feira, no Morro do Borel. Segundo familiares da vítima, Alberto perseguia Maria de Fátima e a assediava com frequência. No dia do atentado, ela teria sido surpreendida por Alberto, que a teria agredido com um golpe na cabeça. Inconsciente, Fátima foi levada para dentro de casa. O suspeito teria amarrado os pés e mãos da jovem, jogado álcool e ateado fogo no corpo dela.
O irmão da vítima, José de Arimatéia Iloia, contou que Maria de Fátima deixou o Rio Grande do Norte para tentar a sorte no Rio e ajudar a mãe. "É o sonho de todo nordestino: vir para a cidade grande para trabalhar e ajudar a família. E hoje nosso sonho acabou".
Família defende o acusado
Alberto Bandeira da Silva foi preso em Vila Norma, São João de Meriti, e levado para a 19ª DP (Tijuca).
Familiares defenderam o gerente. "Meu irmão é inocente. Na hora do crime, ele estava na academia, em Meriti, e pode provar. Ele negou que tenha assediado a jovem. Segundo os funcionários da padaria, era ela quem o assediava" acusou o irmão de Alberto, que se identificou apenas como Henrique.
Segundo a polícia, Alberto também responde a um processo por outra agressão contra a ex-companheira. Ela também esteve na delegacia e negou que tivesse sido agredida.
Fonte: MeiaHora
Guarda municipal é suspeito de matar adolescente na Bahia
Garota de 16 anos foi raptada e morta em junho de 2011. Exames apontam que ela sofreu violência sexual antes de ser assassinada.
Foi apresentado na manhã desta sexta-feira (19), na sede da Polícia Civil, em Salvador, o homem suspeito de matar a adolescente Adriani Melo de Jesus, 16 anos, em junho de 2011, que teve o corpo encontrado em uma estrada de Lauro de Freitas, na região metropolitana da capital.
A polícia divulgou nesta sexta-feira o resultado de alguns laudos que confirmam que a jovem sofreu violência sexual depois de ter sido raptada. O suspeito apresentado pela polícia é um guarda municipal de Lauro de Freitas. Ele teve a prisão preventiva decretada e vai ficar detido na 26ª Delegacia.
De acordo com Marcos Tebaldi, delegado responsável pelo caso, o guarda municipal nega o crime, mas foi reconhecido pelo namorado da adolescente que estava com ela quando a estudante foi raptada.
Crime
Segundo a família, Adriane voltava a pé da casa de uma amiga, com o namorado em Vila de Abrantes. Quando passavam em frente a um posto de gasolina, um carro preto parou. Um homem armado desceu, obrigou a adolescente a entrar no carro e mandou o namorado dela fugir. No dia seguinte, Adriane foi encontrada morta com três tiros em um matagal próximo à Estrada do Coco.
Moradores de Vila de Abrantes fizeram uma caminhada para protestar contra o crime. Segundo eles, a manifestação, realizada uma semana depois da morte da jovem, foi um pedido de justiça. A mãe e o padrasto acompanharam a caminhada.
Fonte: G1
Foi apresentado na manhã desta sexta-feira (19), na sede da Polícia Civil, em Salvador, o homem suspeito de matar a adolescente Adriani Melo de Jesus, 16 anos, em junho de 2011, que teve o corpo encontrado em uma estrada de Lauro de Freitas, na região metropolitana da capital.
A polícia divulgou nesta sexta-feira o resultado de alguns laudos que confirmam que a jovem sofreu violência sexual depois de ter sido raptada. O suspeito apresentado pela polícia é um guarda municipal de Lauro de Freitas. Ele teve a prisão preventiva decretada e vai ficar detido na 26ª Delegacia.
De acordo com Marcos Tebaldi, delegado responsável pelo caso, o guarda municipal nega o crime, mas foi reconhecido pelo namorado da adolescente que estava com ela quando a estudante foi raptada.
Crime
Segundo a família, Adriane voltava a pé da casa de uma amiga, com o namorado em Vila de Abrantes. Quando passavam em frente a um posto de gasolina, um carro preto parou. Um homem armado desceu, obrigou a adolescente a entrar no carro e mandou o namorado dela fugir. No dia seguinte, Adriane foi encontrada morta com três tiros em um matagal próximo à Estrada do Coco.
Moradores de Vila de Abrantes fizeram uma caminhada para protestar contra o crime. Segundo eles, a manifestação, realizada uma semana depois da morte da jovem, foi um pedido de justiça. A mãe e o padrasto acompanharam a caminhada.
Fonte: G1
terça-feira, 21 de junho de 2011
Homem mata ex-mulher feita refém por 17h e depois se mata
Após quase 16 horas de negociações, terminou com a morte do casal o cárcere privado em que um homem fazia a ex-mulher e sua filha reféns na cidade de Guaíba, região metropolitana de Porto Alegre (RS). De acordo com a Brigada Militar, Cleomar Antonio da Silva disparou contra a mulher e se matou logo após. O casal chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas chegou ao hospital sem vida.
A Brigada Militar afirma cerca de 4 minutos antes de efetuar os disparos, Silva chegou a dizer que ia se entregar e libertar Luciana Rodrigues. Após ouvir os tiros, o Batalhão Operações Especiais (BOE) invadiu a casa e encontrou o casal desacordado no chão.
Na madrugada, Silva havia ameaçado botar fogo na residência. De acordo com o Centro Integrado de Operações da Segurança Pública gaúcho, ele tinha colocado um botijão de gás em frente a casa. O cárcere privado teria começado por volta das 15h30 em um imóvel localizado na rua Triunfo, no bairro Colúmbia City. De acordo com a Polícia Militar, Silva queria reatar o relacionamento com Luciana.
Um policial militar permaneceu na frente da residência em uma viatura e fazia contato com o suspeito por telefone. Por volta das 7h, em uma das conversas, o oficial chegou a falar com Luciana, que afirmou estar bem e garantiu que não tinha sido agredida por Silva.
Fonte: Paulínia News
A Brigada Militar afirma cerca de 4 minutos antes de efetuar os disparos, Silva chegou a dizer que ia se entregar e libertar Luciana Rodrigues. Após ouvir os tiros, o Batalhão Operações Especiais (BOE) invadiu a casa e encontrou o casal desacordado no chão.
Na madrugada, Silva havia ameaçado botar fogo na residência. De acordo com o Centro Integrado de Operações da Segurança Pública gaúcho, ele tinha colocado um botijão de gás em frente a casa. O cárcere privado teria começado por volta das 15h30 em um imóvel localizado na rua Triunfo, no bairro Colúmbia City. De acordo com a Polícia Militar, Silva queria reatar o relacionamento com Luciana.
Um policial militar permaneceu na frente da residência em uma viatura e fazia contato com o suspeito por telefone. Por volta das 7h, em uma das conversas, o oficial chegou a falar com Luciana, que afirmou estar bem e garantiu que não tinha sido agredida por Silva.
Fonte: Paulínia News
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sem confronto, polícia resgata corpo de mulher morta na Rocinha
Moradores dizem que perícia demorou três dias
O corpo de uma mulher, que se chamaria Paloma, 33 anos, foi retirado na manhã desta terça-feira (31) da Rua 4, na Favela da Rocinha (Zona Sul do Rio). Segundo a família, a mulher foi assassinada pelo próprio namorado no último fim de semana. A polícia, no entanto, só esteve no local para periciar o cadáver três dias após o comunicado na 15ª DP (Gávea).
Por volta das 9h, um grupo de policiais civis da Divisão de Homicídios da Capital e da Coordenadoria de Recursos Especiais, iniciaram uma ação na favela para chegar até o imóvel onde estava o corpo.
O autor do crime teria sido o próprio namorado da vítima. Ele já teria assassinado uma outra mulher na região, e depois de matar Paloma, fugiu. Os dois costumavam se drogar juntos. Paloma, segundo amigos, fazia uso de cocaína e álcool.
Fonte: Jornal do Brasil
O corpo de uma mulher, que se chamaria Paloma, 33 anos, foi retirado na manhã desta terça-feira (31) da Rua 4, na Favela da Rocinha (Zona Sul do Rio). Segundo a família, a mulher foi assassinada pelo próprio namorado no último fim de semana. A polícia, no entanto, só esteve no local para periciar o cadáver três dias após o comunicado na 15ª DP (Gávea).
Por volta das 9h, um grupo de policiais civis da Divisão de Homicídios da Capital e da Coordenadoria de Recursos Especiais, iniciaram uma ação na favela para chegar até o imóvel onde estava o corpo.
O autor do crime teria sido o próprio namorado da vítima. Ele já teria assassinado uma outra mulher na região, e depois de matar Paloma, fugiu. Os dois costumavam se drogar juntos. Paloma, segundo amigos, fazia uso de cocaína e álcool.
Fonte: Jornal do Brasil
terça-feira, 31 de maio de 2011
Supremo determina prisão do jornalista Pimenta Neves
Ele foi condenado, em 2006, pela morte da jornalista Sandra Gomide. Segundo ministro, defesa de Pimenta Neves não pode mais recorrer.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (24), por unanimidade dos cinco ministros que a integram, o último recurso pendente do jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em 2006 pela morte da jornalista Sandra Gomide.
O relator do caso, ministro Celso de Mello, determinou ao juiz da Comarca de Ibiúna (SP) o cumprimento da pena de 15 anos de prisão, inicialmente, em regime fechado.
O G1 entrou em contato com a advogada do jornalista, Maria José da Costa Ferreira, e aguarda retorno.
A assessoria do gabinete do presidente da Segunda Turma, ministro Gilmar Mendes, informou que será enviado ainda nesta terça um comunicado às instâncias inferiores da Justiça para que seja cumprida a decisão do STF.
De acordo com o ministro relator, não há mais possibilidade de se recorrer da decisão. Em setembro de 2000, logo após o crime, Pimenta Neves foi preso, mas em março do ano seguinte o ministro do STF, Celso de Mello, concedeu a ele o direito de responder ao processo em liberdade.
“É um fato que se arrasta desde 2000 e é chegado o momento de se pôr em termo a este longo itinerário já percorrido. Realmente esgotaram-se todos os meios recursais, num primeiro momento, perante o Tribunal de Justiça de São Paulo; posteriormente, em diversos instantes, perante o Superior Tribunal de Justiça, e também perante esta Corte”, afirmou Mello durante o julgamento desta terça.
Por ter mais de 70 anos, Pimenta Neves tem direito, segundo a lei, apenas à redução pela metade do tempo de prescrição do crime. Como foi condenado em 2006, a pena prescreveria em 10 anos a partir da data da condenação.
A ex-editora de economia do jornal “O Estado de S.Paulo” foi assassinada com dois tiros, em 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Os advogados de Pimenta Neves contestaram no STF decisões da Justiça que determinaram a condenação.
“Esta não é a primeira vez que eu julgo recursos interpostos pela parte ora agravante [Pimenta Neves], e isto tem sido uma constante, desde o ano de 2000. Eu entendo que realmente se impõe a imediata execução da pena, uma vez que não se pode falar em comprometimento da plenitude do direito de defesa, que se exerceu de maneira ampla, extensa e intensa”, continuou o ministro relator.
Pimenta Neves, que na época do crime era diretor de redação do “O Estado de S.Paulo”, tinha 63 anos e ela, 32. Os dois haviam rompido o namoro de quatro anos poucas semanas antes, quando Sandra contou estar apaixonada por outra pessoa.
Em 20 de agosto deste ano, o assassinato de Sandra Gomide completou 11 anos. Durante o julgamento, os ministros que compõem a turma reconheceram o caráter “emblemático” do caso e criticaram a quantidade de recursos apresentados pela defesa do jornalista para alongar a tramitação do processo.
A ministra Ellen Gracie afirmou que o caso Pimenta Neves é um dos “mais difíceis” de se explicar. “Como justificar que, num delito cometido em 2000, até hoje não cumpre pena o acusado?”, questionou Gracie.
Fonte: G1
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (24), por unanimidade dos cinco ministros que a integram, o último recurso pendente do jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em 2006 pela morte da jornalista Sandra Gomide.
O relator do caso, ministro Celso de Mello, determinou ao juiz da Comarca de Ibiúna (SP) o cumprimento da pena de 15 anos de prisão, inicialmente, em regime fechado.
O G1 entrou em contato com a advogada do jornalista, Maria José da Costa Ferreira, e aguarda retorno.
A assessoria do gabinete do presidente da Segunda Turma, ministro Gilmar Mendes, informou que será enviado ainda nesta terça um comunicado às instâncias inferiores da Justiça para que seja cumprida a decisão do STF.
De acordo com o ministro relator, não há mais possibilidade de se recorrer da decisão. Em setembro de 2000, logo após o crime, Pimenta Neves foi preso, mas em março do ano seguinte o ministro do STF, Celso de Mello, concedeu a ele o direito de responder ao processo em liberdade.
“É um fato que se arrasta desde 2000 e é chegado o momento de se pôr em termo a este longo itinerário já percorrido. Realmente esgotaram-se todos os meios recursais, num primeiro momento, perante o Tribunal de Justiça de São Paulo; posteriormente, em diversos instantes, perante o Superior Tribunal de Justiça, e também perante esta Corte”, afirmou Mello durante o julgamento desta terça.
Por ter mais de 70 anos, Pimenta Neves tem direito, segundo a lei, apenas à redução pela metade do tempo de prescrição do crime. Como foi condenado em 2006, a pena prescreveria em 10 anos a partir da data da condenação.
A ex-editora de economia do jornal “O Estado de S.Paulo” foi assassinada com dois tiros, em 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Os advogados de Pimenta Neves contestaram no STF decisões da Justiça que determinaram a condenação.
“Esta não é a primeira vez que eu julgo recursos interpostos pela parte ora agravante [Pimenta Neves], e isto tem sido uma constante, desde o ano de 2000. Eu entendo que realmente se impõe a imediata execução da pena, uma vez que não se pode falar em comprometimento da plenitude do direito de defesa, que se exerceu de maneira ampla, extensa e intensa”, continuou o ministro relator.
Pimenta Neves, que na época do crime era diretor de redação do “O Estado de S.Paulo”, tinha 63 anos e ela, 32. Os dois haviam rompido o namoro de quatro anos poucas semanas antes, quando Sandra contou estar apaixonada por outra pessoa.
Em 20 de agosto deste ano, o assassinato de Sandra Gomide completou 11 anos. Durante o julgamento, os ministros que compõem a turma reconheceram o caráter “emblemático” do caso e criticaram a quantidade de recursos apresentados pela defesa do jornalista para alongar a tramitação do processo.
A ministra Ellen Gracie afirmou que o caso Pimenta Neves é um dos “mais difíceis” de se explicar. “Como justificar que, num delito cometido em 2000, até hoje não cumpre pena o acusado?”, questionou Gracie.
Fonte: G1
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Jovem é encontrada nua e morta em matagal na zona Leste de Teresina
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Maria Eliane Pereira Gomes, de 26 anos, foi encontrada morta perto de sua casa, em um matagal no Parque Firmino Filho, zona Leste de Teresina, por volta de 15h de ontem (23). Ela estava nua e com sinais de espancamento.
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Policiais do 11º Distrito Policial tiveram informações de que Maria Eliane Pereira Gomes saiu com amigas na noite de domingo para tomar cerveja em uma churrascaria chamada ‘Verdinho’, na Vila Maria. Quando as amigas decidiram ir embora, Maria Eliane não as acompanhou e decidiu ficar.
A polícia suspeita de estupro, o que deverá ser confirmado após exames no corpo da vítima.
A jovem era natural de Novo Oriente (CE), morava no bairro Porto do Centro e trabalhava como diarista.
Fonte: Portal do Maranhão
Maria Eliane Pereira Gomes, de 26 anos, foi encontrada morta perto de sua casa, em um matagal no Parque Firmino Filho, zona Leste de Teresina, por volta de 15h de ontem (23). Ela estava nua e com sinais de espancamento.
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Policiais do 11º Distrito Policial tiveram informações de que Maria Eliane Pereira Gomes saiu com amigas na noite de domingo para tomar cerveja em uma churrascaria chamada ‘Verdinho’, na Vila Maria. Quando as amigas decidiram ir embora, Maria Eliane não as acompanhou e decidiu ficar.
A polícia suspeita de estupro, o que deverá ser confirmado após exames no corpo da vítima.
A jovem era natural de Novo Oriente (CE), morava no bairro Porto do Centro e trabalhava como diarista.
Fonte: Portal do Maranhão
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Violência contra mulher não registra queda há mais de uma década, revela estudo
BRASÍLIA - Dados do Mapa da Violência divulgados nesta quinta-feira mostram que a violência contra mulher continua sem registrar queda. Considerando estatísticas dos 27 estados, o número de assassinatos de mulheres está estacionado no mesmo patamar há mais de uma década: em 2008, houve 4,17 assassinatos para cada cem mil mulheres. Em 1998, foram 4,27 homicídios para cada grupo de cem mil.
Em 2008, as mortes violentas de mulheres somaram 4.023. Quase metade dos homicídios ocorre dentro de casa: 40%. No caso dos homens, apenas 17% dos assassinatos foram registrados na residência ou habitação. Dado que reforça a violência doméstica como a principal causa dos incidentes fatais, de acordo com o coordenador do Mapa da Violência, Julio Jacobo Waiselfisz.
- O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher. Os dados indicam que grande parte dos crimes são passionais e ocorrem dentro de casa. A impressão que os dados passam é que a violência doméstica é a principal causa dos assassinatos de mulheres - disse o coordenador do estudo.
No período analisado, o Espírito Santo se manteve como o estado que concentrou o maior número de mortes, registrando mais do que o dobro de homicídios (10,9 por cem mil, em 2008), na comparação com a média nacional. Em 1998, 11,3 mulheres foram mortas em cada grupo de cem mil pessoas. Os assassinatos de mulheres no Rio de Janeiro caíram 43,3%, entre 1998 e 2008.
"O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher"
Em 2008, as mortes violentas de mulheres somaram 4.023. Quase metade dos homicídios ocorre dentro de casa: 40%. No caso dos homens, apenas 17% dos assassinatos foram registrados na residência ou habitação. Dado que reforça a violência doméstica como a principal causa dos incidentes fatais, de acordo com o coordenador do Mapa da Violência, Julio Jacobo Waiselfisz.
- O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher. Os dados indicam que grande parte dos crimes são passionais e ocorrem dentro de casa. A impressão que os dados passam é que a violência doméstica é a principal causa dos assassinatos de mulheres - disse o coordenador do estudo.
No período analisado, o Espírito Santo se manteve como o estado que concentrou o maior número de mortes, registrando mais do que o dobro de homicídios (10,9 por cem mil, em 2008), na comparação com a média nacional. Em 1998, 11,3 mulheres foram mortas em cada grupo de cem mil pessoas. Os assassinatos de mulheres no Rio de Janeiro caíram 43,3%, entre 1998 e 2008.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Vítima foi internada em um hospital, mas seu corpo ficou coberto de ferimentos
Uma mulher passou três dias ferida em uma mata no Pará, após ter sido vítima de agressão pelo marido. Ela caminhou 5 km até conseguir ajuda.
Ela foi internada em um hospital, mas passa bem. O corpo e o rosto da mulher estão cheios de ferimentos. Os médicos se preocupam pela fato da mulher ter recebido diversas picadas de inseto.
Segundo testemunhas, o marido da vítima continua solto e vivendo em casa.
Link para assistir ao vídeo: Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Fonte: R7.com
Uma mulher passou três dias ferida em uma mata no Pará, após ter sido vítima de agressão pelo marido. Ela caminhou 5 km até conseguir ajuda.
Ela foi internada em um hospital, mas passa bem. O corpo e o rosto da mulher estão cheios de ferimentos. Os médicos se preocupam pela fato da mulher ter recebido diversas picadas de inseto.
Segundo testemunhas, o marido da vítima continua solto e vivendo em casa.
Link para assistir ao vídeo: Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Fonte: R7.com
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Grávida é enforcada e retalhada em Mesquita
Crime aconteceu na frente do filho de 6 anos. Suspeito está foragido
Um crime bárbaro chocou moradores de Mesquita, na Baixada Fluminense, na madrugada de ontem. Cleidiane Moraes da Silva, de 25 anos, que estaria grávida, foi enforcada e teve o corpo retalhado com uma lâmina, da cintura para baixo. Segundo a polícia, o crime aconteceu na frente de um dos filhos da vítima, de apenas 6 anos. Antes de fugir, o assassino pintou as iniciais de uma facção criminosa nas paredes da residência e escreveu nome de outras possíveis vítimas.
O crime aconteceu na casa de Cleidiane, no Morro da Coreia. Segundo a polícia, o suspeito - cuja identidade vem sendo mantida em sigilo para não atrapalhar as investigações - já teria tido um relacionamento com Cleidiane e é foragido da Justiça. O corpo da mulher foi encontrado pelo atual namorado. A vítima tinha dois filhos, um de 6 e outro de 4 anos.
De acordo com o delegado da 53ª DP (Mesquita), Julio da Silva Filho, a investigação está no começo, mas aparentemente não há relação com o tráfico de drogas, apesar da sigla escrita na parede. Ele, no entanto, não quis dar mais detalhes.
Segundo os policiais, existe ainda a suspeita de que Cleidiane tenha sido assassinada porque denunciou o criminoso à polícia. O corpo da vítima foi levado ontem para o Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu. Os dois filhos da vítima estão sob os cuidados da avó materna.
Fonte: MeiaHora
Um crime bárbaro chocou moradores de Mesquita, na Baixada Fluminense, na madrugada de ontem. Cleidiane Moraes da Silva, de 25 anos, que estaria grávida, foi enforcada e teve o corpo retalhado com uma lâmina, da cintura para baixo. Segundo a polícia, o crime aconteceu na frente de um dos filhos da vítima, de apenas 6 anos. Antes de fugir, o assassino pintou as iniciais de uma facção criminosa nas paredes da residência e escreveu nome de outras possíveis vítimas.
O crime aconteceu na casa de Cleidiane, no Morro da Coreia. Segundo a polícia, o suspeito - cuja identidade vem sendo mantida em sigilo para não atrapalhar as investigações - já teria tido um relacionamento com Cleidiane e é foragido da Justiça. O corpo da mulher foi encontrado pelo atual namorado. A vítima tinha dois filhos, um de 6 e outro de 4 anos.
De acordo com o delegado da 53ª DP (Mesquita), Julio da Silva Filho, a investigação está no começo, mas aparentemente não há relação com o tráfico de drogas, apesar da sigla escrita na parede. Ele, no entanto, não quis dar mais detalhes.
Segundo os policiais, existe ainda a suspeita de que Cleidiane tenha sido assassinada porque denunciou o criminoso à polícia. O corpo da vítima foi levado ontem para o Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu. Os dois filhos da vítima estão sob os cuidados da avó materna.
Fonte: MeiaHora
Evangélica é estuprada e executada na Baixada
Jovem de 19 anos foi atacada no caminho entre o ponto de ônibus e a sua casa, ao voltar de culto. Ela ficou até tarde na igreja por causa da chuva.
Um crime bárbaro assustou moradores de Jardim Laranjeiras, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A estudante Tairine de Morais da Silva, 19 anos, foi encontrada morta na Estrada de Madureira, na manhã de ontem. Ela teria sido atacada de madrugada, quando voltava de um evento religioso. Segundo a polícia, há indícios de que a jovem tenha sido estuprada.
Tairine frequentava a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no bairro Rosa dos Ventos. Ela vinha de uma atividade para jovens na sede de Jacarepaguá. Por causa da chuva que inundou o Rio na noite de segunda-feira, a jovem só conseguiu voltar para casa já de madrugada.
Segundo testemunhas, Tairine desceu do ônibus na Estrada de Madureira por volta de 1h da manhã. A polícia acredita que a jovem tenha sido atacada durante o trajeto até a sua casa. O corpo da estudante foi localizado por volta das 6h, mas só foi retirado do local já na tarde de ontem. A mãe da jovem, Társila Silva de Morais, ficou em estado de choque ao ver a filha, segundo informações passadas por representante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
À espera de laudo
O delegado-adjunto da 56ª DP (Comendador Soares), Renato Mariano, espera o resultado de exames para confirmar se houve violência sexual. "Mas há indícios de que a jovem foi estuprada antes de ser morta. Solicitei um exame cadavérico, somente o laudo poderá confirmar", afirmou o delegado, que não quis dar mais detalhes sobre o caso para não atrapalhar as investigações. "Estamos colhendo informações para auxiliar no esclarecimento desse crime. Ouviremos parentes e amigos que estavam com ela na igreja".
Fonte: MeiaHora
Um crime bárbaro assustou moradores de Jardim Laranjeiras, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A estudante Tairine de Morais da Silva, 19 anos, foi encontrada morta na Estrada de Madureira, na manhã de ontem. Ela teria sido atacada de madrugada, quando voltava de um evento religioso. Segundo a polícia, há indícios de que a jovem tenha sido estuprada.
Tairine frequentava a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no bairro Rosa dos Ventos. Ela vinha de uma atividade para jovens na sede de Jacarepaguá. Por causa da chuva que inundou o Rio na noite de segunda-feira, a jovem só conseguiu voltar para casa já de madrugada.
Segundo testemunhas, Tairine desceu do ônibus na Estrada de Madureira por volta de 1h da manhã. A polícia acredita que a jovem tenha sido atacada durante o trajeto até a sua casa. O corpo da estudante foi localizado por volta das 6h, mas só foi retirado do local já na tarde de ontem. A mãe da jovem, Társila Silva de Morais, ficou em estado de choque ao ver a filha, segundo informações passadas por representante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
À espera de laudo
O delegado-adjunto da 56ª DP (Comendador Soares), Renato Mariano, espera o resultado de exames para confirmar se houve violência sexual. "Mas há indícios de que a jovem foi estuprada antes de ser morta. Solicitei um exame cadavérico, somente o laudo poderá confirmar", afirmou o delegado, que não quis dar mais detalhes sobre o caso para não atrapalhar as investigações. "Estamos colhendo informações para auxiliar no esclarecimento desse crime. Ouviremos parentes e amigos que estavam com ela na igreja".
Fonte: MeiaHora
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Homem é condenado por matar ex a cadeiradas em MT
Um rapaz que havia sido acusado pelo Ministério Público de matar a ex-mulher com pancadas na cabeça, provocadas por uma cadeira, foi condenado nesta semana a 23 anos de prisão, em Mato Grosso.
O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro do ano passado, um sábado de Carnaval, em Cuiabá. O júri foi realizado na última segunda-feira (25).
Segundo a Promotoria, o rapaz estava inconformado com o fim do relacionamento e, na ocasião, foi à casa dos pais da vítima para tentar reatar a união. No entanto, acabou agredindo a moça com uma cadeira. A vítima sofreu traumatismo crânio encefálico.
Fonte: Folha de São Paulo
O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro do ano passado, um sábado de Carnaval, em Cuiabá. O júri foi realizado na última segunda-feira (25).
Segundo a Promotoria, o rapaz estava inconformado com o fim do relacionamento e, na ocasião, foi à casa dos pais da vítima para tentar reatar a união. No entanto, acabou agredindo a moça com uma cadeira. A vítima sofreu traumatismo crânio encefálico.
Fonte: Folha de São Paulo
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