Uma mulher foi baleada nesta sexta-feira (17) pelo marido na rua Imperador, localizado na cidade de Santa Bárbara, a 141 km de Salvador. Segundo informações do posto policial do Hospital Geral do Estado (HGE), Antônia Santos de Meireles, 46 anos, foi baleada, pelo marido Silvio Teles, no pulso esquerdo e na região cervical.
Ainda segundo o posto, o esposo da vítima após efetuar os disparos se suicidou com um tiro na cabeça. Antônia foi socorrida pela irmã para o HGE por volta das 18h45. Seu estado é estável. A Delegacia da região investiga o caso.
Fonte: Correio 24h
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Homem mata ex-mulher feita refém por 17h e depois se mata
Após quase 16 horas de negociações, terminou com a morte do casal o cárcere privado em que um homem fazia a ex-mulher e sua filha reféns na cidade de Guaíba, região metropolitana de Porto Alegre (RS). De acordo com a Brigada Militar, Cleomar Antonio da Silva disparou contra a mulher e se matou logo após. O casal chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas chegou ao hospital sem vida.
A Brigada Militar afirma cerca de 4 minutos antes de efetuar os disparos, Silva chegou a dizer que ia se entregar e libertar Luciana Rodrigues. Após ouvir os tiros, o Batalhão Operações Especiais (BOE) invadiu a casa e encontrou o casal desacordado no chão.
Na madrugada, Silva havia ameaçado botar fogo na residência. De acordo com o Centro Integrado de Operações da Segurança Pública gaúcho, ele tinha colocado um botijão de gás em frente a casa. O cárcere privado teria começado por volta das 15h30 em um imóvel localizado na rua Triunfo, no bairro Colúmbia City. De acordo com a Polícia Militar, Silva queria reatar o relacionamento com Luciana.
Um policial militar permaneceu na frente da residência em uma viatura e fazia contato com o suspeito por telefone. Por volta das 7h, em uma das conversas, o oficial chegou a falar com Luciana, que afirmou estar bem e garantiu que não tinha sido agredida por Silva.
Fonte: Paulínia News
A Brigada Militar afirma cerca de 4 minutos antes de efetuar os disparos, Silva chegou a dizer que ia se entregar e libertar Luciana Rodrigues. Após ouvir os tiros, o Batalhão Operações Especiais (BOE) invadiu a casa e encontrou o casal desacordado no chão.
Na madrugada, Silva havia ameaçado botar fogo na residência. De acordo com o Centro Integrado de Operações da Segurança Pública gaúcho, ele tinha colocado um botijão de gás em frente a casa. O cárcere privado teria começado por volta das 15h30 em um imóvel localizado na rua Triunfo, no bairro Colúmbia City. De acordo com a Polícia Militar, Silva queria reatar o relacionamento com Luciana.
Um policial militar permaneceu na frente da residência em uma viatura e fazia contato com o suspeito por telefone. Por volta das 7h, em uma das conversas, o oficial chegou a falar com Luciana, que afirmou estar bem e garantiu que não tinha sido agredida por Silva.
Fonte: Paulínia News
terça-feira, 7 de junho de 2011
Próxima Reunião do Fórum de Combate à Violência Contra as Mulheres/RJ
Na última reunião do Fórum Estadual de Combate à Violência Contra as Mulheres/RJ, além das avaliações positivas a respeito do lançamento do Fórum, também foram tiradas algumas datas para próximas ações.
Foi programada uma Panfletagem para o dia 9 de junho, às 12h, no Centro Comercial da SAARA (Local: Rua da Alfândega esquina com Avenida Passos). Levaremos pirulitos e cartazes denunciando principalmente os últimos casos de violência contra as mulheres!
E nossa próxima reunião se realizará no dia 6 de julho, às 18h30 no SEPE/RJ (Rua Evaristo da Veiga, 55, 7o andar)
A nossa luta é todo dia!
Divulguem e participem!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Manifestação em Apoio à Luta dos/as Bombeiros/as do Estado do Rio de Janeiro
As mulheres da CAMTRA estiveram lá presente, em solidariedade a todos/as!
ABAIXO À DITADURA, ANISTIA JÁ!
Fotos: CAMTRA - Casa da Mulher Trabalhadora
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Homofobia: motorista de táxi agride lésbica
Publicitária desmaiou e perdeu 70% de sua audição após levar um tapa no ouvido. O taxista se irritou ao vê-la embarcar no automóvel de mãos dadas com namorada
Casal de lésbicas foi vítima de taxista homofóbico na madrugada de 8 de maio, após sair de uma festa na Mansão Laranjeiras, no bairro de Santa Teresa. A publicitária e musicista Eliza Schinner, 29 anos, conta ter levado forte tapa no ouvido esquerdo porque entrou no táxi — que não era de cooperativa e estava em frente ao local do evento — de mãos dadas com sua namorada.
Segundo Eliza, a viagem só durou dois minutos, suficientes para o motorista dar arrancadas bruscas. “Estávamos descendo uma ladeira, no sentido Laranjeiras, e ele dirigia perigosamente. Pedi que pegasse leve na velocidade”, conta. Ainda de acordo com seu relato, ele não respeitou e disse: “Continua fazendo essa merda aí atrás, que eu continuo aqui na frente”. Ela diz que estava apenas conversando com a namorada.
Ao ouvir a resposta, a musicista retrucou: “Você quer me matar e ainda é homofóbico?”. Ele teria respondido que sim. A vítima pediu que encerrasse a corrida, pela qual se recusou a pagar e, ao sair do carro, o taxista teria ido em sua direção e dado um forte tapa no seu ouvido esquerdo — o que prejudicou em 70% sua audição. Depois da agressão, ele saiu rapidamente do local, e ela não chegou a anotar a placa do veículo.
Devido à falta de informações sobre o agressor, Eliza — que afirma conviver com atos discriminatórios nas ruas — não quis registrar o caso na delegacia. Além de lamentar o caso, ela reclama dos cuidados redobrados que deve ter com seu ouvido agora: “Farei teste para saber se recuperei minha audição, mas não posso mais tocar sem proteção”.
O QUE FAZER
Vítimas de homofobia podem recorrer às ações implementadas pelo governo do estado, com apoio de ONGs e prefeituras, através do ‘Rio Sem Homofobia’.
CENTROS DE REFERÊNCIAS DE PROMOÇÃO DA CIDADANIA LGBT
Serviço de atendimento jurídico, social e psicológico, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Unidades já inauguradas na capital, na Central do Brasil, 7 º andar, e em Friburgo, na Av. Alberto Braune 223, Centro.
DISQUE-CIDADANIA LGBT (0800 023 4567)
Serviço telefônico de atendimento 24h e ininterrupto, para orientar e acolher LGBTs, familiares e amigos em situação de violência.
Kit do MEC mais amplo
O polêmico kit-anti-homofobia do Ministério da Educação (MEC) deverá incluir combate ao racismo e à intolerância religiosa. A informação foi dada pelo ministro Fernando Haddad, em sabatina ontem no Senado. O material está sendo refeito porque a presidenta Dilma Rousseff considerou-o inadequado.
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) retirou do projeto de lei anti-homofobia proposta que considerava crime as manifestações contra gays em cultos. Apesar disso, evangélicos prometem grande protesto hoje diante do Congresso contra a lei que criminaliza a homofobia.
Casal de lésbicas foi vítima de taxista homofóbico na madrugada de 8 de maio, após sair de uma festa na Mansão Laranjeiras, no bairro de Santa Teresa. A publicitária e musicista Eliza Schinner, 29 anos, conta ter levado forte tapa no ouvido esquerdo porque entrou no táxi — que não era de cooperativa e estava em frente ao local do evento — de mãos dadas com sua namorada.
Eliza conta que já foi alvo de homofóbicos até em point gay em Ipanema: ela não denunciou o taxista porque não conseguiu anotar sua placa | Foto: Felipe O'Neill / Agência O Dia
Segundo Eliza, a viagem só durou dois minutos, suficientes para o motorista dar arrancadas bruscas. “Estávamos descendo uma ladeira, no sentido Laranjeiras, e ele dirigia perigosamente. Pedi que pegasse leve na velocidade”, conta. Ainda de acordo com seu relato, ele não respeitou e disse: “Continua fazendo essa merda aí atrás, que eu continuo aqui na frente”. Ela diz que estava apenas conversando com a namorada.
Ao ouvir a resposta, a musicista retrucou: “Você quer me matar e ainda é homofóbico?”. Ele teria respondido que sim. A vítima pediu que encerrasse a corrida, pela qual se recusou a pagar e, ao sair do carro, o taxista teria ido em sua direção e dado um forte tapa no seu ouvido esquerdo — o que prejudicou em 70% sua audição. Depois da agressão, ele saiu rapidamente do local, e ela não chegou a anotar a placa do veículo.
Devido à falta de informações sobre o agressor, Eliza — que afirma conviver com atos discriminatórios nas ruas — não quis registrar o caso na delegacia. Além de lamentar o caso, ela reclama dos cuidados redobrados que deve ter com seu ouvido agora: “Farei teste para saber se recuperei minha audição, mas não posso mais tocar sem proteção”.
O QUE FAZER
Vítimas de homofobia podem recorrer às ações implementadas pelo governo do estado, com apoio de ONGs e prefeituras, através do ‘Rio Sem Homofobia’.
CENTROS DE REFERÊNCIAS DE PROMOÇÃO DA CIDADANIA LGBT
Serviço de atendimento jurídico, social e psicológico, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Unidades já inauguradas na capital, na Central do Brasil, 7 º andar, e em Friburgo, na Av. Alberto Braune 223, Centro.
DISQUE-CIDADANIA LGBT (0800 023 4567)
Serviço telefônico de atendimento 24h e ininterrupto, para orientar e acolher LGBTs, familiares e amigos em situação de violência.
Kit do MEC mais amplo
O polêmico kit-anti-homofobia do Ministério da Educação (MEC) deverá incluir combate ao racismo e à intolerância religiosa. A informação foi dada pelo ministro Fernando Haddad, em sabatina ontem no Senado. O material está sendo refeito porque a presidenta Dilma Rousseff considerou-o inadequado.
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) retirou do projeto de lei anti-homofobia proposta que considerava crime as manifestações contra gays em cultos. Apesar disso, evangélicos prometem grande protesto hoje diante do Congresso contra a lei que criminaliza a homofobia.
Homem é acusado de matar ex-namorada em motel no Rio
O corpo de uma mulher foi encontrado pela polícia na tarde de quinta-feira com sinais de asfixia dentro de um motel em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. Rosineyde Rodrigues Haiki, 29 anos, teria sido morta pelo ex-namorado, José Carlos Barreto dos Santos, 31 anos, que não se conformava com o fim do relacionamento.
Após o crime, o suspeito teria usado um sabonete para escrever o seguinte recado no espelho do quarto: "Polícia não se brinca. Ela estava me traindo com o ex dela. Vou queimar ele". A mensagem seria uma tentativa de incriminar o atual namorado de Rosineyde, que é policial.
O relacionamento entre vítima e o suspeito durou três anos e terminou no início de 2011. Apesar do rompimento, os dois mantinham encontros eventuais. No início da noite da última quarta-feira, o casal entrou de moto no motel. Duas horas depois, José saiu pelos fundos do estabelecimento.
De acordo com a polícia, os funcionários só encontraram o corpo de Rosineyde, que completaria 30 anos neste sábado, por volta das 14h da última quinta. Eles informaram que José havia pago pelo período de 12 horas e, após isso, a gerência não conseguia contato com o quarto por telefone. Os funcionários resolveram então arrombar a porta. O fio do telefone do quarto estava cortado.
Fonte: Terra
Após o crime, o suspeito teria usado um sabonete para escrever o seguinte recado no espelho do quarto: "Polícia não se brinca. Ela estava me traindo com o ex dela. Vou queimar ele". A mensagem seria uma tentativa de incriminar o atual namorado de Rosineyde, que é policial.
O relacionamento entre vítima e o suspeito durou três anos e terminou no início de 2011. Apesar do rompimento, os dois mantinham encontros eventuais. No início da noite da última quarta-feira, o casal entrou de moto no motel. Duas horas depois, José saiu pelos fundos do estabelecimento.
De acordo com a polícia, os funcionários só encontraram o corpo de Rosineyde, que completaria 30 anos neste sábado, por volta das 14h da última quinta. Eles informaram que José havia pago pelo período de 12 horas e, após isso, a gerência não conseguia contato com o quarto por telefone. Os funcionários resolveram então arrombar a porta. O fio do telefone do quarto estava cortado.
Fonte: Terra
Sem confronto, polícia resgata corpo de mulher morta na Rocinha
Moradores dizem que perícia demorou três dias
O corpo de uma mulher, que se chamaria Paloma, 33 anos, foi retirado na manhã desta terça-feira (31) da Rua 4, na Favela da Rocinha (Zona Sul do Rio). Segundo a família, a mulher foi assassinada pelo próprio namorado no último fim de semana. A polícia, no entanto, só esteve no local para periciar o cadáver três dias após o comunicado na 15ª DP (Gávea).
Por volta das 9h, um grupo de policiais civis da Divisão de Homicídios da Capital e da Coordenadoria de Recursos Especiais, iniciaram uma ação na favela para chegar até o imóvel onde estava o corpo.
O autor do crime teria sido o próprio namorado da vítima. Ele já teria assassinado uma outra mulher na região, e depois de matar Paloma, fugiu. Os dois costumavam se drogar juntos. Paloma, segundo amigos, fazia uso de cocaína e álcool.
Fonte: Jornal do Brasil
O corpo de uma mulher, que se chamaria Paloma, 33 anos, foi retirado na manhã desta terça-feira (31) da Rua 4, na Favela da Rocinha (Zona Sul do Rio). Segundo a família, a mulher foi assassinada pelo próprio namorado no último fim de semana. A polícia, no entanto, só esteve no local para periciar o cadáver três dias após o comunicado na 15ª DP (Gávea).
Por volta das 9h, um grupo de policiais civis da Divisão de Homicídios da Capital e da Coordenadoria de Recursos Especiais, iniciaram uma ação na favela para chegar até o imóvel onde estava o corpo.
O autor do crime teria sido o próprio namorado da vítima. Ele já teria assassinado uma outra mulher na região, e depois de matar Paloma, fugiu. Os dois costumavam se drogar juntos. Paloma, segundo amigos, fazia uso de cocaína e álcool.
Fonte: Jornal do Brasil
terça-feira, 31 de maio de 2011
Supremo determina prisão do jornalista Pimenta Neves
Ele foi condenado, em 2006, pela morte da jornalista Sandra Gomide. Segundo ministro, defesa de Pimenta Neves não pode mais recorrer.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (24), por unanimidade dos cinco ministros que a integram, o último recurso pendente do jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em 2006 pela morte da jornalista Sandra Gomide.
O relator do caso, ministro Celso de Mello, determinou ao juiz da Comarca de Ibiúna (SP) o cumprimento da pena de 15 anos de prisão, inicialmente, em regime fechado.
O G1 entrou em contato com a advogada do jornalista, Maria José da Costa Ferreira, e aguarda retorno.
A assessoria do gabinete do presidente da Segunda Turma, ministro Gilmar Mendes, informou que será enviado ainda nesta terça um comunicado às instâncias inferiores da Justiça para que seja cumprida a decisão do STF.
De acordo com o ministro relator, não há mais possibilidade de se recorrer da decisão. Em setembro de 2000, logo após o crime, Pimenta Neves foi preso, mas em março do ano seguinte o ministro do STF, Celso de Mello, concedeu a ele o direito de responder ao processo em liberdade.
“É um fato que se arrasta desde 2000 e é chegado o momento de se pôr em termo a este longo itinerário já percorrido. Realmente esgotaram-se todos os meios recursais, num primeiro momento, perante o Tribunal de Justiça de São Paulo; posteriormente, em diversos instantes, perante o Superior Tribunal de Justiça, e também perante esta Corte”, afirmou Mello durante o julgamento desta terça.
Por ter mais de 70 anos, Pimenta Neves tem direito, segundo a lei, apenas à redução pela metade do tempo de prescrição do crime. Como foi condenado em 2006, a pena prescreveria em 10 anos a partir da data da condenação.
A ex-editora de economia do jornal “O Estado de S.Paulo” foi assassinada com dois tiros, em 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Os advogados de Pimenta Neves contestaram no STF decisões da Justiça que determinaram a condenação.
“Esta não é a primeira vez que eu julgo recursos interpostos pela parte ora agravante [Pimenta Neves], e isto tem sido uma constante, desde o ano de 2000. Eu entendo que realmente se impõe a imediata execução da pena, uma vez que não se pode falar em comprometimento da plenitude do direito de defesa, que se exerceu de maneira ampla, extensa e intensa”, continuou o ministro relator.
Pimenta Neves, que na época do crime era diretor de redação do “O Estado de S.Paulo”, tinha 63 anos e ela, 32. Os dois haviam rompido o namoro de quatro anos poucas semanas antes, quando Sandra contou estar apaixonada por outra pessoa.
Em 20 de agosto deste ano, o assassinato de Sandra Gomide completou 11 anos. Durante o julgamento, os ministros que compõem a turma reconheceram o caráter “emblemático” do caso e criticaram a quantidade de recursos apresentados pela defesa do jornalista para alongar a tramitação do processo.
A ministra Ellen Gracie afirmou que o caso Pimenta Neves é um dos “mais difíceis” de se explicar. “Como justificar que, num delito cometido em 2000, até hoje não cumpre pena o acusado?”, questionou Gracie.
Fonte: G1
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (24), por unanimidade dos cinco ministros que a integram, o último recurso pendente do jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em 2006 pela morte da jornalista Sandra Gomide.
O relator do caso, ministro Celso de Mello, determinou ao juiz da Comarca de Ibiúna (SP) o cumprimento da pena de 15 anos de prisão, inicialmente, em regime fechado.
O G1 entrou em contato com a advogada do jornalista, Maria José da Costa Ferreira, e aguarda retorno.
A assessoria do gabinete do presidente da Segunda Turma, ministro Gilmar Mendes, informou que será enviado ainda nesta terça um comunicado às instâncias inferiores da Justiça para que seja cumprida a decisão do STF.
De acordo com o ministro relator, não há mais possibilidade de se recorrer da decisão. Em setembro de 2000, logo após o crime, Pimenta Neves foi preso, mas em março do ano seguinte o ministro do STF, Celso de Mello, concedeu a ele o direito de responder ao processo em liberdade.
“É um fato que se arrasta desde 2000 e é chegado o momento de se pôr em termo a este longo itinerário já percorrido. Realmente esgotaram-se todos os meios recursais, num primeiro momento, perante o Tribunal de Justiça de São Paulo; posteriormente, em diversos instantes, perante o Superior Tribunal de Justiça, e também perante esta Corte”, afirmou Mello durante o julgamento desta terça.
Por ter mais de 70 anos, Pimenta Neves tem direito, segundo a lei, apenas à redução pela metade do tempo de prescrição do crime. Como foi condenado em 2006, a pena prescreveria em 10 anos a partir da data da condenação.
A ex-editora de economia do jornal “O Estado de S.Paulo” foi assassinada com dois tiros, em 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Os advogados de Pimenta Neves contestaram no STF decisões da Justiça que determinaram a condenação.
“Esta não é a primeira vez que eu julgo recursos interpostos pela parte ora agravante [Pimenta Neves], e isto tem sido uma constante, desde o ano de 2000. Eu entendo que realmente se impõe a imediata execução da pena, uma vez que não se pode falar em comprometimento da plenitude do direito de defesa, que se exerceu de maneira ampla, extensa e intensa”, continuou o ministro relator.
Pimenta Neves, que na época do crime era diretor de redação do “O Estado de S.Paulo”, tinha 63 anos e ela, 32. Os dois haviam rompido o namoro de quatro anos poucas semanas antes, quando Sandra contou estar apaixonada por outra pessoa.
Em 20 de agosto deste ano, o assassinato de Sandra Gomide completou 11 anos. Durante o julgamento, os ministros que compõem a turma reconheceram o caráter “emblemático” do caso e criticaram a quantidade de recursos apresentados pela defesa do jornalista para alongar a tramitação do processo.
A ministra Ellen Gracie afirmou que o caso Pimenta Neves é um dos “mais difíceis” de se explicar. “Como justificar que, num delito cometido em 2000, até hoje não cumpre pena o acusado?”, questionou Gracie.
Fonte: G1
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Jovem é encontrada nua e morta em matagal na zona Leste de Teresina
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Maria Eliane Pereira Gomes, de 26 anos, foi encontrada morta perto de sua casa, em um matagal no Parque Firmino Filho, zona Leste de Teresina, por volta de 15h de ontem (23). Ela estava nua e com sinais de espancamento.
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Policiais do 11º Distrito Policial tiveram informações de que Maria Eliane Pereira Gomes saiu com amigas na noite de domingo para tomar cerveja em uma churrascaria chamada ‘Verdinho’, na Vila Maria. Quando as amigas decidiram ir embora, Maria Eliane não as acompanhou e decidiu ficar.
A polícia suspeita de estupro, o que deverá ser confirmado após exames no corpo da vítima.
A jovem era natural de Novo Oriente (CE), morava no bairro Porto do Centro e trabalhava como diarista.
Fonte: Portal do Maranhão
Maria Eliane Pereira Gomes, de 26 anos, foi encontrada morta perto de sua casa, em um matagal no Parque Firmino Filho, zona Leste de Teresina, por volta de 15h de ontem (23). Ela estava nua e com sinais de espancamento.
A mulher estava de bruços e com fraturas na cabeça. A polícia suspeita que ela foi morta a pedradas.
Policiais do 11º Distrito Policial tiveram informações de que Maria Eliane Pereira Gomes saiu com amigas na noite de domingo para tomar cerveja em uma churrascaria chamada ‘Verdinho’, na Vila Maria. Quando as amigas decidiram ir embora, Maria Eliane não as acompanhou e decidiu ficar.
A polícia suspeita de estupro, o que deverá ser confirmado após exames no corpo da vítima.
A jovem era natural de Novo Oriente (CE), morava no bairro Porto do Centro e trabalhava como diarista.
Fonte: Portal do Maranhão
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Violência contra mulher não registra queda há mais de uma década, revela estudo
BRASÍLIA - Dados do Mapa da Violência divulgados nesta quinta-feira mostram que a violência contra mulher continua sem registrar queda. Considerando estatísticas dos 27 estados, o número de assassinatos de mulheres está estacionado no mesmo patamar há mais de uma década: em 2008, houve 4,17 assassinatos para cada cem mil mulheres. Em 1998, foram 4,27 homicídios para cada grupo de cem mil.
Em 2008, as mortes violentas de mulheres somaram 4.023. Quase metade dos homicídios ocorre dentro de casa: 40%. No caso dos homens, apenas 17% dos assassinatos foram registrados na residência ou habitação. Dado que reforça a violência doméstica como a principal causa dos incidentes fatais, de acordo com o coordenador do Mapa da Violência, Julio Jacobo Waiselfisz.
- O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher. Os dados indicam que grande parte dos crimes são passionais e ocorrem dentro de casa. A impressão que os dados passam é que a violência doméstica é a principal causa dos assassinatos de mulheres - disse o coordenador do estudo.
No período analisado, o Espírito Santo se manteve como o estado que concentrou o maior número de mortes, registrando mais do que o dobro de homicídios (10,9 por cem mil, em 2008), na comparação com a média nacional. Em 1998, 11,3 mulheres foram mortas em cada grupo de cem mil pessoas. Os assassinatos de mulheres no Rio de Janeiro caíram 43,3%, entre 1998 e 2008.
"O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher"
Em 2008, as mortes violentas de mulheres somaram 4.023. Quase metade dos homicídios ocorre dentro de casa: 40%. No caso dos homens, apenas 17% dos assassinatos foram registrados na residência ou habitação. Dado que reforça a violência doméstica como a principal causa dos incidentes fatais, de acordo com o coordenador do Mapa da Violência, Julio Jacobo Waiselfisz.
- O Brasil ainda tem uma cultura de violência contra a mulher. Os dados indicam que grande parte dos crimes são passionais e ocorrem dentro de casa. A impressão que os dados passam é que a violência doméstica é a principal causa dos assassinatos de mulheres - disse o coordenador do estudo.
No período analisado, o Espírito Santo se manteve como o estado que concentrou o maior número de mortes, registrando mais do que o dobro de homicídios (10,9 por cem mil, em 2008), na comparação com a média nacional. Em 1998, 11,3 mulheres foram mortas em cada grupo de cem mil pessoas. Os assassinatos de mulheres no Rio de Janeiro caíram 43,3%, entre 1998 e 2008.
Números apontam aumento na violência contra mulheres no Rio
Estudo do Instituto de Segurança Pública mostra que vem aumentando o número de registros de violência contra a mulher. Em 2010, foram registrados 25% mais estupros do que em 2009. As ameaças aumentaram 6,2% e as ocorrências de lesão corporal, 1,1%.
Fonte: G1.com.br
Fonte: G1.com.br
quinta-feira, 19 de maio de 2011
SPM divulga nota de indignação com “piadas” de Rafinha Bastos
"Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade. Homem que fez isso (estupro) não merece cadeia, merece um abraço...”, disse Rafinha Bastos, da TV Bandeirantes, em um show em São Paulo. O fato foi condenado em nota da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).
A SPM manifestou indignação com as anedotas com os temas estupro, aborto, doenças e deficiência física do humorista Rafinha. Segundo a nota, Rafinha insulta as mulheres ao contar anedotas que estimulam o preconceito de gênero e condena a banalização de tais preconceitos e repudia esse tipo de "humor" e qualquer forma de violação dos direitos das mulheres.
“Isso não é humor, é agressão gratuita, sem graça, dita como piada. É lamentável que uma pessoa - considerada pelo jornal The New York Times como a mais influente do mundo no twitter -, expresse posições tão irresponsáveis e preconceituosas. Estupro é crime hediondo e não requer, em nenhuma hipótese, abordagem jocosa e banalizada”, diz a nota, acrescentando que “humor inteligente e transgressor não se faz com insultos e nem preconceitos”.
A SPM diz ainda, em crítica as piadas de Rafinha, que “qualquer mulher forçada a atos sexuais, por meio de violência física ou ameaça, tem seus direitos violados. Não há diferenciação entre as vítimas e, tampouco, a gravidade e os danos deste crime diminuem de acordo com quaisquer circunstâncias da agressão.
Fonte: Vermelho
A SPM manifestou indignação com as anedotas com os temas estupro, aborto, doenças e deficiência física do humorista Rafinha. Segundo a nota, Rafinha insulta as mulheres ao contar anedotas que estimulam o preconceito de gênero e condena a banalização de tais preconceitos e repudia esse tipo de "humor" e qualquer forma de violação dos direitos das mulheres.
“Isso não é humor, é agressão gratuita, sem graça, dita como piada. É lamentável que uma pessoa - considerada pelo jornal The New York Times como a mais influente do mundo no twitter -, expresse posições tão irresponsáveis e preconceituosas. Estupro é crime hediondo e não requer, em nenhuma hipótese, abordagem jocosa e banalizada”, diz a nota, acrescentando que “humor inteligente e transgressor não se faz com insultos e nem preconceitos”.
A SPM diz ainda, em crítica as piadas de Rafinha, que “qualquer mulher forçada a atos sexuais, por meio de violência física ou ameaça, tem seus direitos violados. Não há diferenciação entre as vítimas e, tampouco, a gravidade e os danos deste crime diminuem de acordo com quaisquer circunstâncias da agressão.
Fonte: Vermelho
terça-feira, 17 de maio de 2011
Ex-marido ciumento fere dois em Niterói
Revoltado com o fim do casamento, homem de 23 anos foi até o restaurante onde a ex trabalha para matá-la, mas ela escapou
Inconformado com o fim do casamento, há um ano, Márcio Martins Cerqueira, de 23 anos, feriu dois funcionários de um restaurante onde a ex-mulher trabalha na madrugada deste sábado (14), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Armado com um revóver calibre 38, ele disparou contra um cozinheiro e um motoboy que, mesmo ferido, reagiu e fez com que Márcio fosse preso. A ex-mulher, Michele Rocha da Silva Melo, de 22 anos, conseguiu escapar.
De acordo com a polícia, disfarçado com uma touca ninja Márcio tentou forjar um assalto ao restaurante na Estrada Francisco da Cruz Nunes, número 6.684, no bairro de Itaipu, pouco depois da meia-noite. Michele, a ex-mulher, trabalha como atendente no local.
Ao ouvir a voz de Márcio, ela se escondeu no banheiro. Enquanto isso, seu ex-marido se descontrolou e atingiu o motoboy Bruno Rodrigues da Costa, ferido de raspão na perna, e o cozinheiro Isaquiel Leite, que levou três tiros que o atingiram na barriga, na perna e no pescoço.
O motoboy Bruno conseguiu reagir e lutou com Márcio. Foi quando o atingiu com um extintor de incêndio. Outros funcionários que presenciavam a briga aproveitaram para imobilizar o agressor.
Policiais do 12º BPM (Niterói) foram ao local e prenderam Márcio. Ele e Michele foram casados por quatro anos e têm um filho de três. Segundo ela teria relatado aos PMs, seu ex-marido já a teria agredido antes, o que a fez procurar a Delegacia da Mulher.
Os feridos receberam atendimento no Hospital Azevedo Lima, em Niterói. Bruno, ferido de raspão, já recebeu alta. Isaquiel permanece internado e não foi divulgado até agora se está em estado grave.
Fonte: IG Último Segundo
Inconformado com o fim do casamento, há um ano, Márcio Martins Cerqueira, de 23 anos, feriu dois funcionários de um restaurante onde a ex-mulher trabalha na madrugada deste sábado (14), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Armado com um revóver calibre 38, ele disparou contra um cozinheiro e um motoboy que, mesmo ferido, reagiu e fez com que Márcio fosse preso. A ex-mulher, Michele Rocha da Silva Melo, de 22 anos, conseguiu escapar.
Descontrolado, Márcio Martins Cerqueira invade restaurante em Niterói e fere dois colegas de trabalho da ex-mulher
De acordo com a polícia, disfarçado com uma touca ninja Márcio tentou forjar um assalto ao restaurante na Estrada Francisco da Cruz Nunes, número 6.684, no bairro de Itaipu, pouco depois da meia-noite. Michele, a ex-mulher, trabalha como atendente no local.
Ao ouvir a voz de Márcio, ela se escondeu no banheiro. Enquanto isso, seu ex-marido se descontrolou e atingiu o motoboy Bruno Rodrigues da Costa, ferido de raspão na perna, e o cozinheiro Isaquiel Leite, que levou três tiros que o atingiram na barriga, na perna e no pescoço.
O motoboy Bruno conseguiu reagir e lutou com Márcio. Foi quando o atingiu com um extintor de incêndio. Outros funcionários que presenciavam a briga aproveitaram para imobilizar o agressor.
Policiais do 12º BPM (Niterói) foram ao local e prenderam Márcio. Ele e Michele foram casados por quatro anos e têm um filho de três. Segundo ela teria relatado aos PMs, seu ex-marido já a teria agredido antes, o que a fez procurar a Delegacia da Mulher.
Os feridos receberam atendimento no Hospital Azevedo Lima, em Niterói. Bruno, ferido de raspão, já recebeu alta. Isaquiel permanece internado e não foi divulgado até agora se está em estado grave.
Fonte: IG Último Segundo
18 de Maio: índices de violência sexual continuam alarmantes
Desde que o Disque 100 entrou em funcionamento – em maio de 2003 – até março de 2011 o serviço registrou 66.982 denúncias envolvendo situações de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes. Neste período, o estado que aparece com o maior número de denúncias é a Bahia, com 7.708 casos. Na sequência aparece São Paulo (7.297 denúncias) e Rio de Janeiro (5.563). É importante ressaltar que cada uma das denúncias pode representar que houve uma ou mais formas de violência praticadas contra uma ou mais pessoas.
Somente no primeiro trimestre de 2011, ainda de acordo com os dados do Disque 100, foram registrados 4.205 casos de violência sexual contra meninos e meninas, sendo a maioria das vítimas do sexo feminino. O contexto dessa violência é variado, fator que justifica a urgência de enfrentamento da problemática e a necessidade de articulação entre os diversos atores sociais.
Esse ano, a programação do 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, tem início às 14h no Palácio do Planalto, com a presença de representantes do Governo e sociedade civil. Durante o evento, pessoas e entidades que contribuíram na defesa dos direitos sexuais de meninos e meninas, serão agraciadas com o Prêmio Neide Castanha. Na oportunidade, também será lançado o caderno temático Direitos Sexuais são Direitos Humanos. Na sequência, a caravana Siga Bem Criança seguirá pela Esplanada dos Ministérios, encerrando-se às 16h com um show. A estimativa é que estejam presentes cerca de 1.300 crianças e adolescentes, de diversas instituições e escolas do Distrito Federal e entorno.
O Comitê Nacional, ainda durante a solenidade, entregará as contribuições do processo de revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes aos representantes do Governo Federal. Esse documento baliza todas as políticas públicas que atuam junto a essa temática.
Toda a solenidade a ser realizada no Palácio do Planalto será transmitida pela WEB TV (www.tvdocomitenacional.com.br).
18 de maio
Essa data foi escolhida como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em virtude de um crime bárbaro ocorrido em Vitória (ES). No dia 18 de maio de 1973, Aracelli Cabrera Sanches Crespo, de nove anos, foi violentamente assassinada, o seu corpo foi encontrado seis dias depois completamente desfigurado e com sinais de abuso sexual. Os responsáveis pelo crime nunca foram responsabilizados, por se tratarem de filhos de pessoas influentes da cidade. Essa data foi definida a partir da lei nº 9.970, 17 de maio de 2000.
Prêmio Neide Castanha
Esse Prêmio foi criado no ano passado, para homenagear Neide Viana Castanha, falecida em janeiro de 2010, que atuou de forma efetiva em favor dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. Na data de seu falecimento, Neide era secretária executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e coordenadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). Foram agraciados na primeira edição do Prêmio: Canal Futura (Boas Práticas), Wanderlino Nogueira Neto (Cidadania), Federação das Indústrias do Rio de Janeiro - Firjan (Responsabilidade Social), Casa do Teatro (Protagonismo de Crianças e Adolescentes), e Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC/GO (Produção de Conhecimento).
Mais informações
Karina Figueiredo
Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Fone: (61) 3347-8524
Leila Paiva
Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Fone: (61) 2025-9907
Fonte: Direitos da Criança
Somente no primeiro trimestre de 2011, ainda de acordo com os dados do Disque 100, foram registrados 4.205 casos de violência sexual contra meninos e meninas, sendo a maioria das vítimas do sexo feminino. O contexto dessa violência é variado, fator que justifica a urgência de enfrentamento da problemática e a necessidade de articulação entre os diversos atores sociais.
Esse ano, a programação do 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, tem início às 14h no Palácio do Planalto, com a presença de representantes do Governo e sociedade civil. Durante o evento, pessoas e entidades que contribuíram na defesa dos direitos sexuais de meninos e meninas, serão agraciadas com o Prêmio Neide Castanha. Na oportunidade, também será lançado o caderno temático Direitos Sexuais são Direitos Humanos. Na sequência, a caravana Siga Bem Criança seguirá pela Esplanada dos Ministérios, encerrando-se às 16h com um show. A estimativa é que estejam presentes cerca de 1.300 crianças e adolescentes, de diversas instituições e escolas do Distrito Federal e entorno.
O Comitê Nacional, ainda durante a solenidade, entregará as contribuições do processo de revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes aos representantes do Governo Federal. Esse documento baliza todas as políticas públicas que atuam junto a essa temática.
Toda a solenidade a ser realizada no Palácio do Planalto será transmitida pela WEB TV (www.tvdocomitenacional.com.br).
18 de maio
Essa data foi escolhida como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em virtude de um crime bárbaro ocorrido em Vitória (ES). No dia 18 de maio de 1973, Aracelli Cabrera Sanches Crespo, de nove anos, foi violentamente assassinada, o seu corpo foi encontrado seis dias depois completamente desfigurado e com sinais de abuso sexual. Os responsáveis pelo crime nunca foram responsabilizados, por se tratarem de filhos de pessoas influentes da cidade. Essa data foi definida a partir da lei nº 9.970, 17 de maio de 2000.
Prêmio Neide Castanha
Esse Prêmio foi criado no ano passado, para homenagear Neide Viana Castanha, falecida em janeiro de 2010, que atuou de forma efetiva em favor dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. Na data de seu falecimento, Neide era secretária executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e coordenadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). Foram agraciados na primeira edição do Prêmio: Canal Futura (Boas Práticas), Wanderlino Nogueira Neto (Cidadania), Federação das Indústrias do Rio de Janeiro - Firjan (Responsabilidade Social), Casa do Teatro (Protagonismo de Crianças e Adolescentes), e Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC/GO (Produção de Conhecimento).
Mais informações
Karina Figueiredo
Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Fone: (61) 3347-8524
Leila Paiva
Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Fone: (61) 2025-9907
Fonte: Direitos da Criança
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Vítima foi internada em um hospital, mas seu corpo ficou coberto de ferimentos
Uma mulher passou três dias ferida em uma mata no Pará, após ter sido vítima de agressão pelo marido. Ela caminhou 5 km até conseguir ajuda.
Ela foi internada em um hospital, mas passa bem. O corpo e o rosto da mulher estão cheios de ferimentos. Os médicos se preocupam pela fato da mulher ter recebido diversas picadas de inseto.
Segundo testemunhas, o marido da vítima continua solto e vivendo em casa.
Link para assistir ao vídeo: Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Fonte: R7.com
Uma mulher passou três dias ferida em uma mata no Pará, após ter sido vítima de agressão pelo marido. Ela caminhou 5 km até conseguir ajuda.
Ela foi internada em um hospital, mas passa bem. O corpo e o rosto da mulher estão cheios de ferimentos. Os médicos se preocupam pela fato da mulher ter recebido diversas picadas de inseto.
Segundo testemunhas, o marido da vítima continua solto e vivendo em casa.
Link para assistir ao vídeo: Mulher passa três dias em mata após ser agredida no Pará
Fonte: R7.com
sexta-feira, 6 de maio de 2011
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