Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nos primeiros nove dias do ano, já foram registrados 128 casos de violência contra mulher

E só foram contabilizados dados de uma capital brasileira...

Em apenas nove dias do ano de 2012 já foram registrados 128 casos de violência contra a mulher em Campo Grande. A informação foi divulgada pela delegada Rosely Molina da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Segundo ela, 6.210 mulheres que residem em Campo Grande registraram boletim de ocorrência no ano de 2011 por violência doméstica. O caso mais recente registrado é o da dona de casa J.A. dos S.. Ela foi vítima de uma tentativa de estrangulamento pelo ex-companheiro C.L.M.

Por volta das 00h30, ela compareceu na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do bairro Piratininga, dizendo que foi vítima de tentativa de homicídio, praticado por seu ex-esposo, C. L. M. Ela disse também que ele não aceita a separação.Conforme a vítima, na noite de domingo, por volta das 20 horas, o ex-companheiro estava com uma faca e forçou a montar em sua motocicleta levando para um matagal que fica na avenida Brasil Central, próximo da Base Aérea de Campo Grande.

Durante o trajeto o casal caiu no chão, quando ela tentou fugir. C.L.M, começou a ameaçá-la dizendo: “Eu vou te matar e depois eu me mato”, quando jogou ela no chão e passou a estrangulá-la, causando sangramentos na boca e nariz. A vítima começou a gritar por socorro. Uma pessoa que estava passando na rua disse que a polícia estava chegando. C.L.M, ficou com medo e fugiu do local em sua motocicleta. A mulher foi levada para delegacia.

A dona de casa J.A. dos S estava registrando o boletim de ocorrência, quando uma vizinha dela ligou informando que o autor C.L.M estava rondando a residência da vítima. Logo em seguida o autor passou a ligar insistentemente para o celular da vítima, ameaçando-a e exigindo um encontro, marcando inclusive de se encontrarem em frente à Clínica Campo Grande. Os policiais foram até o local e encontraram o autor em sua motocicleta. Ele foi preso em flagrante delito, pela prática de tentativa de homicídio. Foi encontrada a faca que era utilizada pelo autor.

Campo Grande - MS - Brasil.

Fonte: CapitalNews

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

II Conferência Nacional de Juventude: as mulheres jovens EXIGEM respeito!

As mulheres jovens exigem respeito!!!

Até o seu 3º dia a II Conferência Nacional de Juventude parecia dominada pelas pautas e “gritos de guerra” de movimentos estudantis e partidários. Até então, as discriminações e demandas vivenciadas especificamente pelas mulheres jovens tiveram pouca visibilidade. Exceto no Grupo de Trabalho sobre Gênero, os outros debates e mesas pareciam ignorar este contexto.

Mas enganaram-se aquelas (es) que pensaram que as mulheres jovens participantes desta conferência não estavam atentas! Na manhã de domingo em pouco mais de 1 hora jovens feministas de diversos movimentos juntaram-se para dar um recado à Conferência: Não aceitaremos nenhum tipo de violência contra as mulheres!

O ato foi organizado em resposta a violência sofrida por uma jovem participante da conferência. A mesma foi abordada e insultada por um grupo de cerca de 20 homens, todos delegados da Conferência Nacional de Juventude, que também estavam abordando taxistas para que levassem profissionais do sexo ao hotel.

Com esta ação as jovens presentes visavam denunciar esta situação de violência, que é mais uma demonstração das violências e desigualdades vivenciadas cotidianamente pelas mulheres jovens; para exigir providências da Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Juventude e dizer a todas (os) participantes da Conferência que a violência contra as mulheres não será tolerada em nenhum espaço, muitos menos em um espaço de discussão de políticas públicas, que deve ser plural e igualitário!

As mulheres jovens participantes deste ato denunciaram também a invisibilidade do gênero feminino nos documentos da Conferência, em quais foram adotados exclusivamente a linguagem masculina. Denunciamos: “Não nos reconhecemos nessa linguagem”. Outra reivindicação, foi a  legalização do aborto.

As falas e “gritos de guerra” somaram-se as reivindicações e discussões realizadas no GT de Gênero, no qual foram eleitas como prioridades: a legalização do aborto, o combate a violência contra a mulher e o enfrentamento da exploração sexual.

Que os gritos das mulheres jovens – nossos gritos – ecoem não só nos corredores desta Conferência, mas por toda a sociedade: as mulheres jovens exigem respeito!!!

“Oh seu machista, seu babaquinha
As feministas vão botar você na linha”

Iara Amora dos Santos
Núcleo de Mulheres Jovens da
Casa da Mulher Trabalhadora

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Borracheiro é condenado a 15 anos por matar ex-mulher em salão de beleza em BH

SÃO PAULO - O borracheiro Fábio William Soares, acusado de matar a ex-mulher, a cabeleireira Maria Islaine, no dia 20 de janeiro de 2010, no bairro Santa Mônica, em Belo Horizonte, foi condenado a 15 anos de prisão, em regime inicial fechado. O crime foi registrado por câmeras de segurança instaladas no salão de beleza da vítima.

O julgamento foi realizado no salão do I Tribunal do Júri do Fórum Lafayette. O juiz Christian Gomes Lima presidiu a sessão que teve início às 9h30 desta sexta-feira. A única testemunha de acusação presente foi dispensada pelo Ministério Público.

Foram ouvidas três testemunhas de defesa das quatro que estavam presentes. O borracheiro confirmou ter matado a vítima, mas negou que tenha sido por razões materiais. Disse que era apaixonado por ela, mas que a ex não o correspondia e o humilhava. Ele alegou ainda que a cabeleireira era constantemente assediada por outros homens e atendia telefonemas deles em sua presença.

Ele afirmou que, no dia do crime, exibiu a arma para intimidar a ex-companheira. Alegou que perdeu a cabeça quando ela disse que ele não era homem para atirar e disparou os tiros.

Durante os debates, o promotor Marino Cotta exibiu imagens do crime em um telão. Relatou que a vítima agiu corretamente ao procurar a polícia já que vinha sofrendo seguidas agressões. Enfatizou que foram registrados oito boletins de ocorrência, e citou ainda as medidas protetivas da Lei Maria da Penha aplicadas pelo Judiciário ao borracheiro, dentre elas separação de corpos com determinação para afastamento dele, mas que não teriam sido cumpridas por Fábio.

A acusação alegou que ele planejou o crime, pois chegou ao salão da vítima já com arma em punho. O representante do Ministério Público referiu-se ainda à partilha de bens, que teria gerado desentendimento entre o casal.

A defesa representada pelo advogado Ércio Quaresma Firpe, argumentou que a alegação de que o réu agiu "de surpresa" dificultando chance de defesa da ex-companheira não deve ser considerada, já que ela foi ameaçada anteriormente pelo borracheiro.

Para o defensor, a postura da vítima ao desafiar o réu dizendo que ele não era homem para atirar levou o acusado a fazer os disparos contra M.I.M. A defesa frisou que o réu é uma pessoa que se descontrolou com a perda de um amor, tendo matado a vítima por estar inconformado com o fim da relação. Quaresma entende que o réu merece ser condenado, mas observados os devidos limites.
A decisão está sujeita a recurso e o réu deve aguardar, esta fase do processo, preso.


Leia mais sobre esse assunto em O Globo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

28% das mulheres assassinadas no país morrem em casa

O ambiente doméstico é cerca de três vezes mais perigoso para as mulheres do que para os homens. Dentre as mulheres assassinadas no país, 28,4% morreram em casa. O número é quase três vezes maior do que a taxa entre os homens, de 9,7%.

As informações são do Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, compilação de dados sobre a situação da mulher no país divulgado em julho pela Secretaria de Políticas para Mulheres do governo federal e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Os dados sobre o local de morte em assassinatos são de 2009.

A residência é o segundo local mais "perigoso" para as mulheres. De acordo com o anuário, as mortes por assassinato de mulheres ocorrem em primeiro lugar na via pública (30,7% dos casos), em segundo lugar em casa (28,4%) e em terceiro lugar no hospital (23,9%).

No caso dos homens, quase metade das mortes por assassinato ocorre nas ruas (46,4%). O hospital responde por 27,7% dessas mortes e a residência, por 9,7%.

Os dados mostram também a relação entre o local das mortes por homicídio e o estado civil da vítima.

Entre os homicídios em que as vítimas são viúvas, 41,7% das mortes ocorrem em casa. No casos dos homens, a taxa é de 30,9%.

No caso dos assassinatos em que as vítimas são casadas, 39,7% das mortes ocorrem em casa. O número entre os homens é de 14% --uma proporção de cerca de três mulheres para um homem.

Dentre os homicídios de mulheres separadas judicialmente, em 36,1% do casos as mortes ocorrem em casa. No caso dos homens o número é de 19,2%.

Já entre as solteiras, 24,8% das assassinadas morrem em casa, contra 8,4% no caso dos homens.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

De acordo com informações do anuário, quatro em cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica. Os números sobre a violência doméstica são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2009, feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a Pnad, 43,1% das mulheres já foram vítimas de violência em sua própria residência. Entre os homens, esse percentual é de 12,3%.

Ainda segundo os números da Pnad de 2009, de todas as mulheres agredidas no país, dentro e fora de casa, 25,9% foram vítimas de seus cônjuges ou ex-cônjuges.

DENÚNCIAS

A Central de Atendimento à Mulher, serviço que atende queixas de violência doméstica contra a mulher e esclarece dúvidas sobre a Lei Maria da Penha, recebeu 1.952.001 ligações em pouco mais de cinco anos de existência --entre abril de 2006, quando foi criada, e junho de 2011.

No período, foram 434.734 atendimentos sobre informações da Lei Maria da Penha (22,3% do total) e 237.271 relatos de violência, de acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres. A Lei completou cinco anos no domingo (7).

Segundo a secretaria, 40% das mulheres que entraram em contato com o serviço convivem com seu agressor há mais de dez anos --em 72% dos casos, eles são casados com as vítimas.

APLICAÇÃO DA LEI

Em entrevista à Folha, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, afirmou que, apesar de avançada, a Lei Maria da Penha ainda não é plenamente aplicada no país.

Segundo a ministra, um dos desafios para a aplicação da lei é o reconhecimento de sua constitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal). "Aguardamos ansiosamente o julgamento da Adin [Ação Direta de Inconstitucionalidade] para colocar um fim no debate doutrinário sobre a constitucionalidade ou não da Lei Maria da Penha", afirmou.

Para ela, o reconhecimento da lei "pode dar celeridade aos processos e evitar que muitas mulheres que denunciam seus agressores venham a morrer antes do final do processo".

Outro desafio, segundo a ministra Iriny Lopes, é o aumento da rede de proteção às mulheres, com a qualificação de profissionais e a criação de equipamentos como casas abrigo, delegacias especializadas e juizados especiais.

Fonte: Folha

terça-feira, 5 de julho de 2011

Falta de creche prejudica inserção de mulher no mercado de trabalho, aponta anuário do Dieese

São Paulo – A falta de creches é um dos maiores entraves para que as mulheres aumentem sua participação no mercado de trabalho. Essa é uma das conclusões do Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, lançado hoje (4) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SEPM) do governo federal.

De acordo com o anuário, em 2009, 58,8% das mulheres com mais de 16 anos, portanto, que fazem parte da população economicamente ativa (PEA) do país, tinham um trabalho. Já entre os homens com mais de 16 anos, esse percentual chegava a 81,5%.

A diferença, segundo a pesquisa, deve-se, em parte, à deficiência da infraestrutura dedicada à mulher. As creches, fundamentais para que elas possam trabalhar fora de casa, atendiam só 18,4% das crianças até 3 anos de idade também em 2009.

“A carência dessa política pública [creches] é um impeditivo para que a mulher tenha sua independência econômica que o trabalho propicia”, afirmou o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, durante a apresentação do anuário, em São Paulo.

O levantamento é uma compilação de dados de várias pesquisas feitas sobre as condições de vida das mulheres brasileiras. Da publicação, constam estatísticas sobre oito temas. Entre eles, saúde, educação, violência, política e trabalho.

Lúcio disse que, em todas as áreas, existe diferença entre a situação de homens e mulheres no país. “A mulheres são maioria em número, mas são minoria no aspecto sociológico”, explicou, lembrando que a população feminina representa mais da metade do total de habitantes do país, porém tem condições de vida inferior a dos homens.

De acordo com o anuário, as mulheres estudam, na média, um ano a mais que os homens. Entretanto, recebem salários que representam só 56% do que ganham os trabalhadores do sexo masculino. Elas mulheres também representam 58,7% dos indigentes do país. São ainda os 53,7% dos pobres.

Toda essa diferença econômica, de acordo com Lúcio, ainda acarreta uma diferença mais grave: a da violência. Segundo o anuário do Dieese, 43,1% das mulheres foram vítimas de agressões dentro de sua própria casa. Entre os homens, esse percentual é de 12,3%.

“A violência devia ser zero para ambos os sexos, mas as agressões contra mulheres são mais graves e frequentes”, disse o diretor do Dieese. “Precisamos reduzir todas as diferenças e isso tende a reduzir da violência contra a mulher.”

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O lançamento do Fórum Estadual de Combate à Violência Contra as Mulheres foi um sucesso!

No dia 12 de maio foi realizado o Lançamento do Fórum Estadual de Violência Contra as Mulheres/RJ, com a presença de mais de 50 pessoas de organizações não-governamentais, partidos e grupos. 


O espaço do Fórum é aberto à todas as mulheres do Estado do Rio de Janeiro e, por isso, fazemos o convite a todas aquelas que quiserem participar da luta pelo combate pelo fim da violência contra as mulheres!
                           




A próxima reunião do Fórum acontecerá no SEPE/RJ e TODAS ESTÃO CONVIDADAS!
Dia 1 de Junho - Rua Evaristo da Veiga, 55 - 8° andar - Centro, às 18h.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

SPM divulga nota de indignação com “piadas” de Rafinha Bastos

"Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade. Homem que fez isso (estupro) não merece cadeia, merece um abraço...”, disse Rafinha Bastos, da TV Bandeirantes, em um show em São Paulo. O fato foi condenado em nota da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

A SPM manifestou indignação com as anedotas com os temas estupro, aborto, doenças e deficiência física do humorista Rafinha. Segundo a nota, Rafinha insulta as mulheres ao contar anedotas que estimulam o preconceito de gênero e condena a banalização de tais preconceitos e repudia esse tipo de "humor" e qualquer forma de violação dos direitos das mulheres.

“Isso não é humor, é agressão gratuita, sem graça, dita como piada. É lamentável que uma pessoa - considerada pelo jornal The New York Times como a mais influente do mundo no twitter -, expresse posições tão irresponsáveis e preconceituosas. Estupro é crime hediondo e não requer, em nenhuma hipótese, abordagem jocosa e banalizada”, diz a nota, acrescentando que “humor inteligente e transgressor não se faz com insultos e nem preconceitos”.

A SPM diz ainda, em crítica as piadas de Rafinha, que “qualquer mulher forçada a atos sexuais, por meio de violência física ou ameaça, tem seus direitos violados. Não há diferenciação entre as vítimas e, tampouco, a gravidade e os danos deste crime diminuem de acordo com quaisquer circunstâncias da agressão.


Fonte: Vermelho

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Após manter ex-mulher em cárcere por quase 30 horas, ex-marido é mantido em hospital psiquiátrico

Depois de manter a ex-mulher em cárcere privado por quase 30 horas em Aracaju (SE), José Elígio, de 24 anos, foi sedado e encaminhado para um hospital psiquiátrico São Marcelo. Ele vai passar por uma avaliação psiquiátrica. Após os resultados, a polícia deve decidir para aonde ele vai ser encaminhado. Não se sabe ainda se ele tem condições de ir para uma delegacia comum.

Nesta quarta-feira (20), ele permanecia no hospital especializado sob custódia da polícia. A vítima, Cristielane Caetano Mota Santos, de 21 anos, prestou depoimento na noite de terça-feira (19) no Cope (Centro de Operações Policiais Especiais) e, segundo a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, ela já está na casa da família.

De acordo com a polícia, José Elígio pode ser indiciado por cárcere privado, porte ilegal de arma e tentativa de homicídio.

A mulher foi libertada na terça após ser feita refém pelo ex-marido, dentro de sua própria casa, desde a manhã de segunda-feira (18). Os dois saíram juntos direto para a ambulância. A mulher foi amparada por um policial, porque recebeu um tiro na perna. Já Elígio saiu acompanhado de uma psicóloga e de um agente militar.

Ameaças
De acordo com a polícia, ela já havia feito a primeira queixa no dia 8 de dezembro do ano passado. O marido da vítima teria chegado bêbado em casa e a ameaçado com uma faca.

No último dia 14, a jovem prestou a segunda queixa, dizendo que o ex-marido estava de posse de uma arma e tinha a intenção de matá-la, além do filho de cinco anos, a sogra e o cunhado.


O casal tem um menino de cinco anos e viveu junto durante sete anos. Cansada de apanhar do marido, Cristielane, há 20 dias, resolveu se separar de Elígio ao saber que ele havia pedido demissão do serviço e comprado um revólver.

Inconformado com a separação, o acusado ainda tentou várias vezes retomar a união, mas não conseguiu convencer a jovem. Uma tia de Cristielane tentou ajudar policiais militares e civis nas negociações.

Fonte: R7.COM